Alexis Marrino, 22 anos, de Dakota do Sul, nos Estados Unidos, ‘perdeu o chão’ quando descobriu durante um ultrassom, com 20 semanas de gestação, que seu bebê não tinha atividade cerebral. Um especialista confirmou que se tratava de anencefalia — uma má formação rara do cérebro -— e, por isso, poderia nascer natimorto ou viver por apenas algumas horas. Após o diagnóstico, ela chegou a pensar na possibilidade de abortar a filha, mas decidiu que daria à luz porque queria desesperadamente apenas abraçá-la.

A bebê McKinleigh Marrino nasceu no dia 29 de julho e, como previsto, viveu por apenas uma hora e 10 minutos. Apesar do pouco tempo, Alexis e o marido, Michael Marrino, 25, aproveitar cada minuto, abraçando e acariciando a filha. “Foi chocante conhecê-la. Eu pensei que ela teria características diferentes. Ela definitivamente se parecia com o pai mais do que comigo. Foi uma hora e dez minutos realmente preciosos. Fiquei feliz por poder segurá-la”, lembra

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