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Repensando a Percepção Sobre a Terceira Idade Repensando a Percepção Sobre a Terceira Idade

Americana

Repensando a Percepção Sobre a Terceira Idade

Artigo

em

Por Luiz Horácio Raposo Borges de Moraes

> ‘A vida começa todos os dias’ – Érico Veríssimo

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Introdução

Ao longo dos anos, a sociedade tem lutado para desmistificar várias ideias preconcebidas, e uma delas é a percepção da terceira idade. A ideia deste artigo é desafiar o conceito de ‘melhor idade’ e derrubar a máscara de hipocrisia que muitas vezes acompanha essa fase da vida.

A ‘Melhor Idade’

A ideia de ‘melhor idade’ é muitas vezes associada à aposentadoria, viagens, e um estilo de vida sem preocupações. No entanto, essa percepção é muitas vezes desconectada da realidade da maioria dos idosos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), temos atualmente mais de 32 milhões de idosos no Brasil, e a esmagadora maioria deles não vive essa ‘melhor idade’ que é tão romantizada.

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A Velhice ao Longo da História

A percepção da velhice variou ao longo do tempo, dependendo da época, localização e cultura. A partir da segunda metade do século XIX, a velhice começou a ser vista como uma fase de decadência física e ausência de papéis sociais. A ideia dominante no capitalismo ocidental era a de que o idoso era um cidadão improdutivo, e a aposentadoria era vista como o marco dessa transição.

Aposentadoria e a Valorização do Idoso

A criação das aposentadorias e pensões, bem como o surgimento de disciplinas médicas focadas no estudo do corpo envelhecido, deram um novo significado à velhice. Os idosos começaram a ser reintroduzidos no cenário social e um nicho de mercado começou a surgir, com produtos e serviços focados neste público.

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A ‘Era do Envelhecimento’

Na segunda metade do século passado, a ideia de que a velhice é uma fase de improdutividade começou a ser questionada. As Universidades da Terceira Idade, criadas na França e na Inglaterra, começaram a ver o idoso como um agente ativo e produtivo. A Organização das Nações Unidas (ONU) até denominou o período de 1975 a 2025 como a ‘Era do Envelhecimento’, devido à longevidade da população mundial.

A Nova Classificação Social

Com o aumento do mercado de trabalho, a dificuldade de substituir a mão de obra qualificada por jovens e a existência de um novo perfil de consumo focado no público idoso, nasceu uma nova classificação social. Esta é composta por idosos produtivos, duráveis, com poder aquisitivo e ativos em suas comunidades.

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Desafiando o Status Quo

Não há necessidade de rotular essa fase da vida humana como melhor ou pior idade. O que é necessário é desafiar o imaginário popular e romper o anacronismo da nossa sociedade. O termo que usamos para descrever essa fase, seja terceira idade, idoso, longevo, velho, 60+, é irrelevante. O que é importante é tratar esse público com respeito, cordialidade, afeto e empatia.

Conclusão

A terceira idade é uma fase da vida que deve ser valorizada e respeitada. É tempo de desmistificar a percepção negativa da velhice e começar a ver os idosos como indivíduos produtivos, ativos e valiosos para a sociedade. É hora de rejeitar eufemismos e tratar o idoso com o respeito e a dignidade que ele merece.

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Referência

Desmistificando a Hipocrisia da Melhor Idade – Todo Dia

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‘A vida começa todos os dias’ – Érico Veríssimo

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Imagem: !Idosos

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Luiz Horácio Raposo Borges de Moraes é mestre em ciências policiais de segurança e ordem pública, bacharel em administração, coronel veterano da PM, pós-graduado em qualidade e produtividade, pós-graduando em saúde do idoso e gerontologia e sócio proprietário da Third Care Cuidadores.

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Para informações adicionais, acesse o site

‘Este conteúdo foi gerado automaticamente a partir do conteúdo original. Devido às nuances da tradução automática, podem existir pequenas diferenças’.
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