“Emocionante era ver sua alegria ao abrir os presentes. Que orgulho de você, meu presente de Deus! Ah, como era lindo te ver crescendo”, escreveu Leniel Borel em seu perfil no Instagram

O engenheiro Leniel Borel de Almeida, 37, pai do menino Henry Borel Medeiros, morto no dia 8 de março após ser torturado, fez hoje uma homenagem ao filho em seu Instagram. O menino faria 5 anos nesta segunda-feira (3).
O post em seu Instagram viralizou. Leia a íntegra do texto:

Henry, hoje seria seu aniversário de 5 aninhos.
Mais uma festa para comemorarmos juntos, sempre do jeitinho que você queria, com todos os personagens, brincadeiras, bolos e brigadeiros que você gostava. Emocionante era ver sua alegria ao abrir os presentes.
Que orgulho de você, meu presente de Deus! Ah, como era lindo te ver crescendo.
Nosso tempo juntos foi muito breve, mas sempre intenso, feliz e muito especial. Daria tudo o que tenho por mais um dia com você, por mais um abraço, mais um sorriso ou apenas ouvir-te dizer: – Papai, eu te amo.
03 de Maio ficará eternizado comigo, pois sei que estarás vivo em meu coração por todos os dias da minha vida!
“Eis que fizeste meus dias da largura de palmos, e a duração da minha vida é quase nada diante de ti; todo ser humano, seja quem for, não passa de um breve sopro.”
Salmos 39:5

Dias atrás, Leniel disse tentar encontrar forças para se manter firme e que está decidido a transformar a sua dor em um propósito de vida. Ele planeja encabeçar ações que possam evitar que outras crianças sejam agredidas – e mortas – por seus parentes dentro da própria casa seja criando uma ONG (Organização Não Governamental) ou trabalhando em alguma entidade especializada nessa questão ou contribuindo de maneira informal. “Não posso acreditar que o Henry tenha morrido apenas para pôr na cadeia a sua mãe e aquele monstro. Tenho certeza que o caso do meu filho vai ajudar a salvar a vida de outros inocentes”, afirmou à revista Veja.

Henry foi encontrado já sem vida, na madrugada do dia 8 de março, no apartamento onde vivia há três meses com a mãe, meses com a mãe, a professora Monique Medeiros, 33 anos, e o padrasto, o médico e vereador carioca Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho. Os dois são acusados de homicídio duplamente qualificado e tortura.

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