O júri popular do policial militar Luis Fernando Palhano Lopes, de 52 anos, acusado de matar a esposa policial civil Karla Silva de Sá Lopes, em 2017, começou por volta das 9h desta quinta-feira (19) em Itapema, no Litoral Norte catarinense.

Lopes é policial da reserva e responde por homicídio triplamente qualificado: feminicídio, assassinato por motivo torpe e surpresa, e ocultação de cadáver. Ele está preso desde o dia 8 de dezembro de 2017, no 12º Batalhão da Polícia Militar, em Balneário Camboriú. A defesa nega as acusações e alega ausência de provas.

O réu teria confessado o crime ao comandante do Batalhão da PM em Itapema, Geraldo Rodrigues, e entregue ao militar um mapa do local onde havia enterrado a vítima. A confissão teria ocorrido de maneira informal na casa do policial.

O caso tramitou em segredo de Justiça. De acordo com o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), a primeira audiência ocorreu em abrilde 2018. Na ocasião, a defesa de Lopes, representada pelo advogado Luiz Eduardo Cleto Righetto, manteve o argumento de que o réu não matou a mulher e que ela teria saído para caminhar e não voltado mais. O advogado de defesa do policial também nega que ele tenha confessado o crime.

Desaparecimento

corpo de Karla foi encontrado no dia 7 de dezembro de 2017 enterrado na praia de Taquaras, em Balneário Camboriú, no Litoral Norte. Um dia antes, Lopes teria relatado o desaparecimento da vítima à Polícia Civil. O casal estava junto havia 10 anos.

A vítima era polícia civil recém-formada e iria morar em Itapema para trabalhar em São João Batista, na Grande Florianópolis.

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