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A Expansão Incontrolável da Dengue em Campinas A Expansão Incontrolável da Dengue em Campinas

Campinas

A Expansão Incontrolável da Dengue em Campinas

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A cidade de Campinas enfrenta um surto devastador de dengue, com o surgimento dos sorotipos 2 e 3 do vírus, que não circulavam desde 2021 e 2009, respectivamente.

O Cenário Atual

A crise de dengue em Campinas apresenta sinais claros de piora, com a confirmação, pela prefeitura, dos primeiros casos na cidade causados pelos sorotipos 2 e 3 do vírus. As amostras de sangue dos pacientes foram analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e antes disso, a metrópole só tinha registrado o sorotipo 1.

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Os residentes diagnosticados com os sorotipos 2 e 3 da dengue foram atendidos por serviços de saúde particulares em Campinas e evoluíram para a cura.

Epidemia de Dengue em 2023

Em 2023, a metrópole enfrentou a sexta pior epidemia de dengue já registrada, com pouco mais de 11,4 mil casos. Não chegamos nem à metade de fevereiro e os números deste ano são assustadores, com a secretaria de saúde contabilizando 1.949 pessoas infectadas.

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A Batalha Política pela Vacina

Politicamente, o prefeito Dário Saadi (Republicanos) empenhou-se numa ‘batalha’ com o governo federal pela vacina, incorporada ao Plano Nacional de Imunização, mas não disponibilizada para Campinas, que, até então, não se enquadrava em todos os critérios definidos.

Impacto da Vacinação

De qualquer forma, mesmo com a disponibilização do imunizante, o impacto seria pequeno devido à quantidade escassa do produto e às restrições de faixa etária para sua aplicação. O calendário de vacinação da dengue sequer foi definido pelo Ministério da Saúde, que informou que divulgará ‘em breve’, mas parcialmente, já que parte das doses ainda não foi recebida.

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Inspeções e Conscientização

Em outra frente, o prefeito realiza eventos midiáticos, não como crítica, sobre os mutirões para inspeção de possíveis criadouros do mosquito transmissor em casas de bairros mais críticos. Utilização de drones, aparato de segurança e grande cobertura da imprensa acompanham essas ações. É uma medida necessária para tentar conscientizar a população sobre os simples cuidados de prevenção contra a dengue, historicamente negligenciados.

Imagem Política e Eleições

É evidente que outro elemento preocupa o prefeito: o impacto dessa crise de dengue em sua imagem e sua possível utilização pelos adversários durante o ano eleitoral. Por isso, Dário tem fomentado a narrativa da ‘Vacina Negada a Campinas’ e conseguiu colocar o PT na defensiva. No entanto, o avanço da doença mostra sinais de uma aceleração sem controle, tornando quase que impossível manter a comunicação sob controle.

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A Dengue na Câmara

Na sessão ordinária desta quarta, o tema Dengue foi debatido por poucos vereadores, apesar do tamanho da crise na cidade, na Câmara de Campinas.

Diálogo entre Vereadores

Major Jaime (PP) foi o primeiro a levantar o assunto e o usou para atacar o governo Lula por não incluir Campinas na lista de cidades contempladas com a vacina. O vereador chegou a falar que “ouviu dizer” que o governo escolheu os municípios de acordo com o índice de votação do presidente.

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Já o vereador Rodrigo da Farmadic (União) foi mais ponderado e levantou uma ideia para auxiliar nos trabalhos de prevenção e mutirão contra a doença. O parlamentar lembrou que atualmente a administração municipal, em cumprimento à legislação, precisa primeiro notificar os donos de terrenos e estabelecimentos abandonados para que façam a limpeza e eliminação de focos.

Proposta de Mudança na Lei

Rodrigo acredita ser possível alterar os dispositivos da lei para que, em caso de emergência sanitária, conceder autorização para que o poder público acesse a propriedade e faça a limpeza.

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Ministra da Saúde e o Estado de Emergência

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou nesta quarta-feira que ‘não faz sentido’ o governo decretar uma emergência de saúde nacional devido ao aumento dos casos e mortes de dengue no país.

O Papel da Vacinação

Nísia destacou o uso da vacina para o controle da doença, mas preferiu minimizar os efeitos práticos neste momento já que imunizante não deve ser visto como um ‘instrumento mágico’. A ministra enfatizou que o ciclo de imunização requer a aplicação de duas doses, com um intervalo de três meses entre cada uma.

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Diário do Dário

É bem interessante constatar que os vídeos publicados, foram três de terça até esta manhã de quinta, pelo prefeito Dário Saadi, em seu perfil pessoal, começaram com um take gravado no estilo selfie, com o próprio prefeito realizando a filmagem.

Conclusão

A gestão da crise de dengue em Campinas é um desafio complexo e multifacetado, que envolve tanto ações de saúde pública quanto questões políticas. A cidade e seus líderes devem continuar se esforçando para controlar a propagação do vírus, fornecer tratamento adequado aos afetados e trabalhar para prevenir futuros surtos.

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Para informações adicionais, acesse o site

‘Este conteúdo foi gerado automaticamente a partir do conteúdo original. Devido às nuances da tradução automática, podem existir pequenas diferenças’.
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