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'Prefeito-Influencer' - A polêmica de Dario Saadi e a utilização de um servidor comissionado para alimentar suas redes sociais 'Prefeito-Influencer' - A polêmica de Dario Saadi e a utilização de um servidor comissionado para alimentar suas redes sociais

Campinas

‘Prefeito-Influencer’ – A polêmica de Dario Saadi e a utilização de um servidor comissionado para alimentar suas redes sociais

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Introdução

No cenário político atual, a presença nas redes sociais tornou-se uma ferramenta indispensável para a comunicação e interação com o eleitorado. No entanto, essa prática pode gerar polêmicas quando envolve o uso de servidores públicos para alimentar essas redes. Um exemplo disso é o caso do ‘prefeito-influencer’, Dario Saadi, de Campinas.

Dario Saadi: O ‘Prefeito-Influencer’

Com mais de 3,3 mil postagens e 38,5 mil seguidores, a conta do Instagram do prefeito de Campinas, Dario Saadi, é comparável a de muitos influenciadores digitais. São pelo menos duas postagens diárias, de alta qualidade, com vídeos contendo efeitos, legendas e cortes de câmera em movimento, tudo seguindo uma identidade visual cuidadosa. O prefeito possui até um quadro, o ‘Fogo na Careca’, com vinheta, efeito sonoro e um perceptível trabalho de roteirização.

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A polêmica do servidor comissionado

No entanto, a maneira como Saadi mantém suas redes sociais tem gerado polêmicas. Isso porque o prefeito utiliza um servidor comissionado – pago pela administração – para alimentar suas redes sociais. Este servidor, um cinegrafista oficial da administração, acompanha e registra compromissos de governo de Saadi e o material captado é usado nas redes pessoais do prefeito.

O questionamento dos especialistas

Especialistas em administração pública afirmam que essa ação é inconstitucional e pode incorrer em improbidade administrativa. Isso porque nenhum servidor público, efetivo ou comissionado, pode atuar voltado a prestar serviços de interesse particular. Nesse caso, a manutenção, administração e alimentação de um perfil pessoal em rede social pode caracterizar uma ilegalidade e ato de improbidade.

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Casos similares e repercussões legais

Situações parecidas já renderam problemas jurídicos para outros políticos. Em São José dos Campos, a aparição do prefeito Anderson Farias em diferentes publicações gravadas em órgãos públicos ou anunciando medidas da administração levou a uma denúncia ao Ministério Público. Similarmente, o ministro das Comunicações do governo Lula, Juscelino Filho, foi denunciado por utilizar um fotógrafo lotado no Ministério para acompanhar suas ações e, posteriormente, fazer a divulgação.

O posicionamento da prefeitura

Em resposta à polêmica, a Prefeitura de Campinas informou que o servidor atua no gabinete do prefeito e ‘apenas capta imagens para serem disponibilizadas à imprensa’. No entanto, o cinegrafista confirmou que capta as imagens usadas nas redes pessoais de Dário e ainda afirmou que edita parte dos materiais.

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Conclusão

Embora a presença nas redes sociais seja uma importante ferramenta de comunicação para políticos, é necessário que essa prática seja feita de maneira ética e transparente. Casos como o de Dario Saadi ressaltam a importância de debates sobre o uso de recursos públicos na manutenção de perfis pessoais em redes sociais, bem como a necessidade de uma legislação clara e efetiva que regule tal prática.

Para informações adicionais, acesse o site

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‘Este conteúdo foi gerado automaticamente a partir do conteúdo original. Devido às nuances da tradução automática, podem existir pequenas diferenças’.

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