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Covid-19: Brasil recebe mais 2 milhões de doses da vacina da Pfizer por Viracopos

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Há um segundo contrato entre Pfizer e governo federal, assinado em 14 de maio, que prevê a entrega de outras 100 milhões de doses entre outubro e dezembro deste ano. A empresa diz que vai cumprir o cronograma de entrega total até o final de 2021.

A Pfizer utilizou o Aeroporto de Viracopos para todas as entregas ao Brasil até agora. A primeira remessa teve 1 milhão de doses e foi recebida pelo país em 29 de abril, em cerimônia que contou com a presença do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Segundo a Pfizer, as doses enviadas ao Brasil são produzidas em duas fábricas nos Estados Unidos, Kalamazoo e McPherson, além de uma fábrica na Europa, Purrs na Bélgica.

A logística de entrega das doses ao governo federal conta com apoio da Receita Federal, Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Ainda no terminal de Viracopos, equipes da Receita desenvolveram um processo chamado desembaraço sobre nuvens, que permite a antecipação da conferência e liberação da carga – o processo entre a abertura da porta de carga do avião e liberação do caminhão ocorre em até 20 minutos.

Após a liberação em Viracopos, equipes escoltam o transporte rodoviário das doses até o centro de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos (SP).

Vacina contra Covid-19 da Pfizer — Foto: Thiago Philip / TV Globo

Armazenamento

No fim de maio, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou novas condições de conservação e armazenamento para a vacina da Pfizer/Biontech, que agora pode ser mantida em temperatura controlada entre 2ºC e 8ºC por até 31 dias. A orientação anterior era de cinco dias.

Antes da liberação dos frascos para a vacinação, as doses da Pfizer precisavam ser armazenadas em caixas com temperaturas entre -25°C e -15°C por, no máximo, 14 dias. Tais condições não permitiam que a vacina fosse enviada para municípios distantes mais que 2h30 da capital do estado.

Com informações Repórter Beto Ribeiro

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Incêndio atinge terreno perto de condomínio e afeta trânsito na Rodovia Anhanguera, em Campinas

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Incêndio atinge sobras de madeira e folhagens perto de condomínio em Campinas

Incêndio atinge sobras de madeira e folhagens perto de condomínio em Campinas

Um incêndio chamou a atenção na noite deste sábado (6) perto de um condomínio de apartamentos e também próximo da Rodovia Anhanguera (SP-330), em Campinas (SP).

Uma faixa da rodovia precisou ser interditada na altura do Jardim Pacaembu. Houve congestionamento no trânsito no sentido interior, na pista marginal.

Incêndio em vegetação afeta trânsito na Rodovia Anhanguera, em Campinas — Foto: Johnny Inselsperger/EPTV

O fogo estava em um terreno que continha sobras de madeira e folhagens secas, que contribuíram para o aumento das chamas. Elas alcançaram a vegetação no canteiro lateral da rodovia.

O Corpo de Bombeiros e funcionários da concessionária Autoban, que administra a rodovia, trabalharam no combate ao incêndio.

A EPTV, afiliada da TV Globo, apurou que o fogo teria começado no clube de um condomínio, e depois se alastrado. Não há risco para os moradores.

Incêndio atinge área com madeira e folhas secas em Campinas, perto de condomínio residencial — Foto: Johnny Inselsperger/EPTV

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Usina Verde de Campinas busca comercializar parte do adubo orgânico que fertiliza áreas verdes da metrópole

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Usina verde de compostagem produz adubo para plantio nas áreas verdes de Campinas

Usina verde de compostagem produz adubo para plantio nas áreas verdes de Campinas

A Usina Verde de Compostagem de Campinas (SP), localizada na Fazenda Santa Eliza, é a única do país que usa esgoto na compostagem. Ela processa, diariamente, 100 toneladas de resíduos que resultam em 30 toneladas de adubo, usado nas áreas verdes da metrópole. Agora a prefeitura prevê, em breve, comercializar o composto.

Recentemente, a usina recebeu um registro do Ministério da Agricultura para poder vender o adubo orgânico. Atualmente, o material é usado no plantio de grama, flores, arbustos e mudas de árvores em parques, bosques e canteiros.

De acordo com o secretário de Serviços Públicos de Campinas, Ernesto Paulella, a Usina Verde tem 50 mil toneladas do composto orgânico em estoque. O número é maior que a demanda e, por isso, o produto deve ser comercializado. A previsão é que um edital seja lançado em até 30 dias.

Composto orgânico produzido pela Usina Verde em Campinas. — Foto: Reprodução/EPTV

A produção

O adubo é produzido a partir do processamento de resíduos de lodo provenientes de estações de tratamento de esgoto, além de galharia e restos de poda para criar um produto orgânico rico em nutrientes.

De acordo com Paulella, o processo ocorre em três setores. No setor de trituração, o material é preparado para elaboração de uma “torta” biológica. A “torta” fica, durante 70 dias, no setor de compostagem com revolvimento diário para oxigenar e acelerar a proliferação de bactérias do composto.

Por sua vez, as bactérias vão decompor o material e evitar o superaquecimento, que pode provocar mau cheiro. Ao final dos 70 dias, o composto vai para o setor de peneiramento, onde acontece o beneficiamento final.

Os resíduos, ao serem transformados em adubo, deixam de emitir gases que fazem mal à camada de ozônio e geram uma economia de R$ 1 milhão para o município, já que o material deixa de ocupar espaço no aterro sanitário.

Viveiro Municipal de Campinas abriga aproximadamente 1 milhão de mudas. — Foto: Reprodução/EPTV

Viveiro Municipal

A maior parte do adubo produzido pela Usina Verde é destinado ao Viveiro Municipal de Campinas, onde mudas de árvores nativas, ornamentais e exóticas são cultivadas para ajudar no reflorestamento de matas ciliares, bosques e na composição de canteiros centrais da cidade.

Atualmente, há aproximadamente 1 milhão de mudas no Viveiro. Todos os dias, de 2 mil a 3 mil saem do espaço para serem plantadas nos espaços públicos de Campinas. As menores, destinadas aos canteiros, bosques, praças e escolas, levam cerca de 60 dias até chegar ao seu destino final.

Porém, na parte destinada às árvores nativas, o processo é mais lento: uma palmeira, por exemplo, leva quatro anos para atingir 3 metros de altura e ir para as ruas e praças da metrópole.

Além do cultivo de plantas que serão destinadas aos espaços públicos, o Viveiro também distribui mudas de árvores nativas para quem quiser. Cada morador pode pegar até seis mudas e, para tirar dúvidas ou saber como retirar as plantas, basta ligar no número 156.

Àrea verde em Campinas, no interior de São Paulo. — Foto: Reprodução/EPTV

Cidade verde?

Apesar da abundância de verde no Viveiro Municipal, a arborização em Campinas é desigual. De acordo com a Secretaria Municipal de Serviços Públicos, enquanto as regiões Norte e Leste possuem uma cobertura vegetal de 100% nas vias públicas, o distrito do Ouro Verde tem 40% e o Campo Grande, 30%, a menor taxa da cidade.

Ainda segundo a prefeitura, as outras regiões da metrópole possuem, em média, 70% de cobertura verde. Para equilibrar essa desigualdade, Paulella explica que o objetivo é plantar mais árvores nas áreas de menor cobertura para promover uma arborização urbana.

Infográfico mostra cobertura vegetal nas regiões de Campinas. — Foto: Reprodução/EPTV

O Campo Grande, por exemplo, deve receber 6 mil mudas de árvores nativas a partir de setembro. O material para adubar essas plantas já está garantido pela Usina Verde.

“As árvores tem como principal função capturar o gás carbônico da atmosfera e, através dele, fazer sua fotossíntese. Então, elas são um filtro de poluição do ar, além de ser um importante fator de alimentação e pernoite da pequena fauna”, diz Paulella.

Apaixonada por plantas, a moradora Maria José às vezes até se esquece da casa enquanto cuida das mudas no jardim.

“Eu vejo casas sem um vasinho de planta e vejo que é uma casa triste. A casa que tem um vasinho só já dá outro visual na casa. A natureza é a vida e embeleza tudo”, disse.

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Mulher tenta entrar com drogas escondidas em presídio de Campinas

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Uma mulher foi detida na manhã deste sábado (6) após tentar entrar no Centro de Detenção Provisória de Campinas com drogas costuradas na barra da calça. 

Segundo a SAP (Secretaria de Administração Penitenciária), a mulher estava com duas bisnagas de uma substância semelhante à maconha e 14 filetes de uma droga sintética do tipo K-4. As drogas foram encontradas durante o procedimento de revista mecânica, realizado por scanner.

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