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Localiza recebe currículos para área administrativa em Campinas

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A empresa Localiza está recebendo currículos para o cargo de Auxiliar Administrativo em Campinas.

Pede-se ensino médio completo, conhecimentos em pacote Office, experiência em atividades de natureza administrativa. Diferencial: CNH categoria B.

Interessados devem encaminhar o currículo por meio da página de recrutamento da empresa neste link até o fim de outubro. O cadastro é gratuito.

Benefícios: Participação nos Lucros; Vale Alimentação; Convênio Médico; Previdência Privada; entre outros. Clique aqui para mais oportunidades na cidade ou região.


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Casos de Covid-19 na região de Campinas caem pela 5ª semana seguida e nº de mortes se iguala a cenário do fim de junho

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Novos casos de Covid-19 seguem em queda na região de Campinas — Foto: Reprodução/EPTV

Os casos positivos de Covid-19 na região de Campinas (SP) seguem tendência de queda pela quinta semana seguida, de acordo com o balanço realizado nas 31 cidades da área de cobertura do g1. Os dados, consolidados neste domingo (7), apontam 4.459 moradores infectados nos últimos sete dias.

Em relação aos óbitos provocados por complicações da doença, o cenário de 26 registros retoma o que se tinha no fim de junho, conforme a tabela abaixo. Representa uma redução de 10,3% em relação à semana passada e de 49% se comparado ao início de julho.

O total de moradores infectados pelo coronavírus desde o início da pandemia, em março de 2020, é de 733.625. Destes, 13.484 pessoas morreram.

Na semana anterior, de 25 a 31 de julho, foram 5.385 moradores infectados e 29 mortes.

Evolução da Covid-19 na região de Campinas

Data Casos Aumento Mortes Aumento
14/11 416.081 2.201 11.873 34
28/11 419.240 3.159 11.923 50
12/12 419.716 476 11.954 31
26/12 420.543 827 11.974 20
08/01 428.130 7.587 11.986 12
16/01 442.996 14.752 12.004 18
23/01 459.969 16.581 12.047 43
30/01 482.582 22.613 12.164 117
06/02 506.764 24.182 12.330 166
13/02 525.414 18.650 12.518 188
20/02 540.583 15.169 12.677 159
27/02 551.998 11.424 12.769 92
06/03 557.083 5.085 12.839 70
13/03 562.954 5.871 12.896 57
20/03 586.658 23.704 12.960 64
27/03 593.027 7.148 13.007 47
03/04 602.544 9.517 13.035 28
10/04 606.146 3.612 13.064 30
17/04 608.405 2.259 13.079 15
24/04 610.356 1.951 13.090 11
01/05 614.565 4.199 13.100 10
08/05 620.283 5.718 13.109 9
15/05 627.792 7.509 13.117 8
22/05 632.238 4.446 13.123 6
29/05 638.291 6.053 13.132 9
05/06 644.957 6.666 13.137 5
12/06 656.541 11.584 13.165 28
19/06 666.886 10.345 13.187 22
26/06 678.125 11.239 13.213 26
03/07 695.667 17.542 13.265 52
10/07 706.668 11.001 13.316 51
17/07 716.401 9.733 13.378 62
24/07 723.781 7.380 13.429 51
31/07 729.166 5.385 13.458 29
07/08 733.625 4.459 13.484 26

Até 9 de janeiro deste ano, o g1 Campinas publicava balanços quinzenais sobre as estatísticas da Covid-19.

O período foi reduzido para uma semana em virtude da piora dos indicadores após as festas de fim de ano e a chegada da variante ômicron, o que sobrecarregou a rede de saúde em diversas cidades.

Os dados são atualizados diariamente, e o balanço semanal é publicado aos domingos.

Casos e mortes registrados nesta semana:

  • Segunda-feira (1º): mais 1.912 casos e 8 mortes
  • Terça-feira (2): mais 530 casos e 1 morte
  • Quarta-feira (3): mais 1.104 casos e 8 mortes
  • Quinta-feira (4): mais 236 casos e 6 mortes
  • Sexta-feira (5): mais 532 casos e 3 mortes
  • Sábado (6): mais 180 casos e nenhuma morte
  • Domingo (7): nenhum caso e 1 morte

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Incêndio volta a atingir prédio do antigo curtume de Campinas; é o 2º caso na Vila Industrial em menos de 1 mês

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Incêndio atinge prédio do antigo curtume de Campinas — Foto: Jaqueline Paiva

Pela segunda vez em menos de um mês, a região de galpões onde funcionavam antigos curtumes no bairro Vila Industrial, em Campinas (SP), foi afetada por incêndio. Na noite deste sábado (6), um dos imóveis pegou fogo e quatro viaturas do Corpo de Bombeiros foram mobilizadas para o local.

O chamado foi recebido por volta das 21h30, e as chamas foram controladas cerca de 45 minutos depois. Ninguém ficoou ferido. A Defesa Civil informou que não foi acionada.

Galpão do antigo curtume de Campinas pega fogo — Foto: Ana Elisa

A região dos curtumes – onde funcionava a a indústria de pele e couro – foi alvo de reclamações de moradores do entorno em 21 de julho. Entre os problemas relatados, abandono, falta de iluminação e acúmulo de sujeira foram alguns, além do local servir de abrigo para usuários de drogas.

Cinco dias depois, um dos prédios, na Avenida Carlos de Campos, pegou fogo. Ruas do entorno precisaram ser interditadas por conta da fumaça, e o combate foi difícil diante da grande quantidade de madeira e entulho que havia no galpão.

Na ocasião, a prefeitura disse que o imóvel afetado é propriedade particular e que a responsabilidade de manter as condições de segurança do prédio é do proprietário.

Prédio do antigo curtume Cantúsio, em Campinas — Foto: Reprodução/EPTV

O que diz a prefeitura

Em nota, a Prefeitura de Campinas comunicou que o imóvel é particular e a responsabilidade por manter as condições de segurança, estabilidade e salubridade do prédio é do proprietário.

“Nesta segunda-feira, 8 de agosto, a Secretaria de Planejamento e Urbanismo enviará equipe de fiscalização ao local para verificar a situação. No último dia 26 de julho, o proprietário foi notificado e intimado a tomar as providências, inclusive providenciar o fechamento da área para evitar acesso de pessoas”, acrescentou.

Ainda de acordo com a administração municipal, a legislação vigente prevê que o dono do imóvel tem 30 dias para tomar as providências. “Isso não o exime da responsabilidade sobre a edificação. Na ocasião, também foi feita a interdição total do edifício”, completou.

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A história da creche onde surgiu o 1º banco de leite de Campinas em meio a epidemias e aumento de órfãos

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Creche Bento Quirino, em Campinas — Foto: Acervo/Creche Bento Quirino

Na virada dos séculos XIX e XX, Campinas (SP) e outras cidades do país enfrentavam uma epidemia de febre amarela e, em um intervalo de cerca de 30 anos, se depararam com uma pandemia de gripe espanhola. Um enorme número de órfãos surgiu, e com ele, em 1914, o primeiro banco de leite da cidade fundado junto à Creche Bento Quirino, construída onde antes houve um cemitério de escravos.

O “Gota de Leite” nasceu com papel de alimentar crianças de trabalhadores, cujas mães estavam doentes ou haviam morrido pelas doenças.

Na Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM), que termina neste domingo (7), o g1 conversou com voluntários e historiadores para entender a história do local que é peça importante na trajetória de amamentação do município.

Orfanato e banco de leite atenderam população

Na última década do século XIX, Campinas viveria a maior epidemia de febra amarela de sua história. Na época, a cidade contava só com o orfanato São Francisco, que não podia atender a todas as crianças.

Nesse cenário, o Bispo Dom Nery fundou a nova creche a partir de finanças do fazendeiro Bento Quirino, que as distribuiu entre algumas instituições filantrópicas.

A Creche Bento Quirino foi edificada em terreno cedido pelo poder municipal onde antes havia um cemitério de escravos. O local foi fundado como um orfanato com banco de leite materno. Inicialmente feito para os bebês da instituição, o banco foi ganhando mais doadoras e o leite passou a ser destinado para a população em geral.

“Isso vai causar uma série de debates sobre como conter a epidemia e organizar a cidade. Há nessa época um discurso muito forte do sanitarismo e do higienismo. Então, pensar a saúde não era só pensar o hospital ou um protocolo médico, era pensar o espaço urbano e toda a vida social”, conta Mariana Adami mestre em História pela Unicamp.

Segundo o presidente da creche, Emiliano Matheus Beghini, em 1930 se encerraria a necessidade da creche para com o banco de leite. A partir dai, as irmãs franciscanas continuariam somente o trabalho educacional do local. Cerca de dez anos mais tarde, a Sociedade Feminina de Assistência à Infância assumiria a instituição e a deixaria nos moldes atuais. Cerca de 240 crianças são atendidas.

Mariana faz um paralelo com a pandemia de Covid-19, quando grávidas e puérperas foram grupos muito atingidos pelo coronavírus.

“A gente tem crianças que perderam em massa seus pais em casa, muitos, muitos casos de mulheres que tiveram seus filhos estando na UTI. A criança nasce, depois é que vai pensar o que vai fazer. E, em alguns casos, essas mães chegam a falecer”.

Vista aérea de Campinas no fim do século XIX — Foto: Reprodução/ Arquivo Unicamp

Doadoras tinham legado de amas de leite

Das frequentadoras e doadoras de leite da instituição, a maioria era formada de mulheres pretas e pardas que, na época, eram as que trabalhavam fora do lar e dependiam das creches para deixar os filhos.

“Todo aquele entorno da creche, o largo de São Benedito, é um dos lugares mais importantes para pensar na história da população negra de Campinas, porque na Igreja de São Benedito, que está anexa à creche, era uma irmandade católica de pessoas negras que faziam ali seus enterros”, explica Guilherme Oliveira da Silva, mestrando em história da África pela Unicamp.

Segundo ele, a irmandade arrecadava dinheiro para comprar comida, alforrias, roupas e calçados para essa população que havia sido escravizada e depois foi liberta, ficando em situação de vulnerabilidade social.

“Em frente à creche, está a estátua da mãe preta, que é o único monumento de Campinas que homenageia as mulheres negras, que, não à toa, é uma ama de leite. Elas amamentavam suas crianças, mas muitas vezes a principal função delas, principalmente no período da escravidão, era destinar o leite para crianças brancas”, conta.

Réplica da estatua da Mãe Preta fica localizada na rua Cônego Ciprião, em Campinas (SP) — Foto: Gustavo Luiz/g1 Campinas

Roda de conversa na praça símbolo da amamentação

A história da creche foi uma descoberta este ano para as organizadoras da Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM) de Campinas, que já tinham escolhido, por coincidência, a Praça São Benedito para o evento de encerramento da programação da Semana.

Karina Fassarella, odontopediatra especialista em aleitamento materno e representante da equipe da SMAM Campinas, contou que o surgimento da creche da forma como ocorreu foi um momento de cura, e divulgar essa parte da história é muito importante para o movimento de incentivo ao aleitamento.

“Foi uma coincidência saber que a Creche Bento Quirino foi o primeiro banco de leite humano da cidade. O objetivo principal nosso de divulgar essa história é porque todo mundo que faz parte do movimento e que está conosco precisa saber dessa história de Campinas. Estamos com mais de 100 profissionais no grupo e ninguém sabia dessa história. Foi muito emocionante. Foi um período de cura”, disse

Neste domingo (7) profissionais da área da saúde, mães, famílias estarão presentes para uma roda de conversa, entre 9h e 12h, para acolher e tirar dúvidas sobre a importância e os desafios da amamentação.

“A gente está novamente pós-pandemia e vai ser no mesmo local um ambiente de cura, onde a gete vai estar fazendo os acolhimentos, esse abraço que as mães precisam para esse momento tão desafiador que é a maternidade”, completou.

*Sob a supervisão de Patrícia Teixeira

Ato de incentivo à amamentação na Igreja de São Benedito, em Campinas — Foto: Caca Dominiquini

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