Connect with us

Destaque

Mudança na estratégia de vacinação evitou ciclo de febre amarela urbana em SP

Published

on


Vírus se deslocou a uma velocidade de 1 km por dia durante os últimos surtos silvestres registrados no Estado, entre 2016 e 2019.

A febre amarela é uma doença viral não contagiosa que tem dois ciclos de transmissão: silvestre e urbano. No primeiro, o vírus circula entre macacos, sendo transmitido no Brasil por mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes. No segundo, circula entre humanos, sendo transmitido pelo Aedes aegypti. O Brasil não tem casos de febre amarela urbana desde 1942, mas a versão silvestre pode, por acidente, afetar pessoas que moram perto de florestas e matas, ou que as frequentam.

Foi o que aconteceu nos últimos surtos silvestres em São Paulo, entre 2016 e 2019. Segundo artigo publicado na Scientific Reports, que descreve o processo de difusão no Estado, a doença vitimou pessoas em locais muito próximos à capital e em municípios que não tinham recomendação vacinal, pois nunca haviam sido atingidos pela doença, como Campinas. Se a estratégia de vacinação não tivesse sido adaptada às circunstâncias, os efeitos poderiam ter sido muito piores, resultando em mais óbitos, revelam agora os cientistas.

“Passamos por um risco grande de ter a reintrodução da febre amarela urbana em cidades adjacentes a São Paulo. Uma epidemia urbana teria efeitos gravíssimos e seria um retrocesso”, diz Francisco Chiaravalloti Neto, professor do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP). Ele é coautor do trabalho, conduzido com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

Foram identificadas duas ondas entre 2016 e 2019: uma vinda de oeste para leste (2016 e 2017) e outra se espalhando da região de Campinas aos municípios limítrofes do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, até o litoral de São Paulo (2017 a 2019). A primeira onda saiu de São José do Rio Preto em abril de 2016 e atingiu Campinas em agosto de 2017, a uma velocidade de 1 quilômetro (km) por dia. “Nesse momento, por conta da baixa cobertura vacinal, os casos em humanos aumentaram e a doença se espalhou em direção à capital paulista, litoral, Vale do Paraíba e Sorocaba na mesma velocidade, e também para o Vale do Ribeira, onde andou mais lentamente”, relembra o professor da FSP-USP.

A estratégia de vacinação do Ministério da Saúde e da secretaria estadual nesses casos é imunizar todo o município que está em risco e também os adjacentes. “Mas, quando a doença atingiu Campinas, a Divisão de Imunização do Estado abriu mão dessa estratégia, que incluía vacinar a cidade inteira mais municípios limítrofes, como Indaiatuba e Paulínia, e decidiu vacinar cidades como Jundiaí, Jarinu e Itatiba, pois foi detectado que era para onde o vírus estava migrando. Na época, Campinas e limítrofes somavam mais do que 1 milhão de habitantes, mas havia disponível no Estado menos de 1 milhão de doses”, resume Adriano Pinter, pesquisador científico da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), órgão da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, e coautor do artigo.

Ele afirma que em Mairiporã, cidade na qual ocorreram 181 casos em humanos, a cobertura estava próxima de 80% quando a doença chegou (por azar, próximo do Natal, época em que o número de visitantes aumenta). “Se Mairiporã teve mais de cem óbitos mesmo com cobertura vacinal acima de 80%, imagina se não tivessem vacinado?”, pergunta-se, salientando que na maioria das cidades sem recomendação vacinal, geralmente, a cobertura fica em torno de 5% da população. “As pessoas só se vacinam quando vão viajar.”

Os cientistas alertam que a situação vivida entre 2016 e 2019 pode se repetir. “Temos de estar atentos, pois sabemos o caminho que a doença pode fazer. Estudos apontam que essas ondas de febre amarela começam na Amazônia e, pelos corredores florestais, passam por Tocantins, Goiás e Triângulo Mineiro até chegar ao Estado de São Paulo, espalhando-se pelo litoral e migrando para o sul. Hoje, a onda chegou ao Rio Grande do Sul. Acredita-se que sejam ondas que aconteçam de cinco em cinco anos. Campinas nunca tinha sido afetada pelo ciclo silvestre, foi a primeira vez. E descrevemos bem esse processo no trabalho”, afirma Pinter.

Até 1999, a versão silvestre da febre amarela estava restrita às regiões Norte e central do país, com casos esporádicos no Sudeste. Desde os anos 2000, São Paulo tem sido um dos centros de expansão e circulação da doença. Entre 2016 e 2019, foram confirmados 648 casos humanos no Estado, com 230 mortes, e 850 casos em macacos ou grupos de macacos. A febre amarela pode apresentar sintomas leves, o que acontece em boa parte das ocorrências, mas a letalidade nos casos graves é de 40%.

Padrão de propagação

Apesar de não ser uma doença contagiosa, o padrão de difusão descrito pelos cientistas é chamado de propagação “por contágio”, expressão que se refere à transmissão no território (como se os fragmentos florestais fossem “contagiosos” uns para os outros).

De acordo com o primeiro autor do artigo, Alec Brian Lacerda, a difusão da doença pode se dar por expansão, por realocação ou de forma híbrida. “A difusão por expansão divide-se em duas: por contágio, quando se observa a propagação pela proximidade de território, ou hierárquica, quando geralmente são atingidos grandes municípios. Nesse caso, a propagação não segue um padrão de continuidade de território, ela dá saltos, o que poderia ser um indício de surto urbano.”

Na difusão por realocação observa-se o movimento migratório: a doença deixa o ponto de origem, no qual para de crescer, e vai para outro mais favorável, criando um novo ponto de origem. “Isso acontece, por exemplo, quando pessoas saem de áreas sem recomendação vacinal e entram, sem vacina, em áreas com recomendação vacinal. Já na propagação híbrida também acontece realocação, mas com o antigo ponto de origem ainda ativo. Caracterizamos os processos dessa maneira e montamos mapas mostrando os municípios e os casos ocorridos: se eram casos em macacos, em humanos, ou ambos”, explica Lacerda, que começou a desenvolver o trabalho ainda como bolsista de iniciação científica da FAPESP.

Segundo Pinter, na época em que foi feita a proposta de vacinação levou-se em consideração que o vírus estaria se propagando apenas entre os mosquitos silvestres e, como eles não conseguem voar muito, aventou-se que a difusão se daria por continuidade do território. “Mas havia ainda uma dúvida sobre o fato de o ser humano participar ou não da transmissão. No artigo, confirmamos que isso não aconteceu, que a transmissão de fato ocorreu apenas entre os mosquitos e os primatas não humanos e que o homem foi atingido eventualmente, mas ele não transmitiu, e a transmissão não ocorreu na cidade. Caso o ser humano tivesse participado da transmissão, ela teria sido hierárquica, ou seja, as pessoas apareceriam infectadas nas grandes cidades, a transmissão daria ‘saltos’ de um local para outro. E o que estava acontecendo era que o vírus estava se espalhando nas pequenas cidades, por continuidade territorial.”

Direção e velocidade

Lacerda esclarece que o grupo usou os dados do Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac (CVE), da Secretaria de Saúde de São Paulo (casos envolvendo macacos e casos humanos, por município) e também dados de cobertura vacinal de 2015 a 2018 do Programa Nacional de Imunização (PNI).

“Usamos dados de cobertura vacinal da população entre 0 e 5 anos e a partir deles fizemos uma aproximação da cobertura total para a população, pois os dados disponíveis para essa faixa etária são um registro mais fiel de como o sistema de saúde acessa a população. E o próprio Ministério da Saúde recomenda seu uso em pesquisas como a nossa”, diz ele.

De posse dos dados, os cientistas aplicaram uma técnica estatística chamada krigagem (kriging) para mapear a expansão do vírus. “Para cada município estabelecemos uma data, sempre a data do primeiro caso, seja ele humano ou epizootia, depois criamos uma sequência numérica correspondente aos meses, ligando os municípios aos meses em que se deu o início do processo de difusão e usamos a técnica da krigagem para mapear o fenômeno no espaço e no tempo, criando curvas que mostram qual foi a direção e a velocidade da progressão da difusão. Uma vez com os mapas prontos, pudemos compará-los com o mapa da cobertura vacinal e concluir, por exemplo, que a epidemia chegou a Campinas quando havia cobertura vacinal muito baixa ou não havia recomendação vacinal”, lembra Chiaravalloti Neto.

Invernos quentes

A chegada da doença a locais nunca antes afetados levanta várias hipóteses que precisam ser testadas. “A que faz mais sentido para mim tem a ver com invernos mais quentes. Não deveria haver mosquitos, alados, no inverno. Só deveria haver ovos, pois a larva não sobrevive ao frio e morre. Mas o que vimos é que aconteceu transmissão também durante o inverno em 2017. Ou seja: o mosquito estava voando durante o inverno”, afirma Pinter.

Ele crê ser possível que os invernos mais frios tenham sido responsáveis por bloquear a transmissão do vírus no passado, protegendo cidades como Campinas e Mairiporã. “Só que, agora, temos invernos menos frios. Não estou falando de uma enorme diferença de temperatura, mas de 2 °C, 3 °C. Há artigos sobre a dengue mostrando que temperaturas ao redor de 20 °C são boas para o mosquito, enquanto de 16 °C já são impeditivas. Acontece mais ou menos a mesma coisa com a febre amarela. Por isso, o que faz sentido para mim em meio a tantas hipóteses é que temos tido invernos menos frios e, quanto mais quentes eles forem, mais velozes serão essas propagações do vírus.”

Os principais sintomas da doença são sensação de mal-estar, dor de cabeça, febre alta, dor muscular, calafrios, cansaço, vômitos, náuseas e diarreia, mas ela pode também afetar os rins e o fígado. Felizmente, para febre amarela existe vacina, produzida no Brasil desde 1937. Oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ela oferece proteção vitalícia. “Nosso conselho para a população é que tome a vacina”, dizem, em uníssono, os três autores.

O artigo Diffusion of sylvatic yellow fever in the state of São Paulo, Brazil, assinado também pelas cientistas Leila del Castillo Saad, do CVE, e Priscilla Venâncio Ikefuti, da FSP-USP, pode ser acessado no link www.nature.com/articles/s41598-021-95539-w.

CLIQUE NA IMAGEM E FALE DIRETO PELO WHATSAPP

ÁGIL DPVAT

Com informações Repórter Beto Ribeiro

Destaque

Campinas recebe festival de carros antigos e de gastronomia

Published

on

Campinas recebe a Exposição Nacional de Antigomobilismo no próximo fim de semana, de sexta a domingo, dias 3, 4 e 5 de dezembro, na Lagoa do Taquaral. Na sexta-feira, o evento irá das 17h às 22h, e sábado e domingo, das 10h às 22h. Este é um dos maiores eventos de carros antigos do Brasil, organizado pela Decor Associados e Fadel Eventos, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Campinas, Clube V8, Puma Clube e Confraria dos Gigantes. A entrada é gratuita.

A exposição deve receber de 500 a 800 veículos antigos, nacionais e importados, com variedade de marcas e modelos fabricados desde 1910 até 1990. Haverá carros clássicos, originais, restaurados, do tipo hot rods (veículos antigos modificados), streets, uma frota antiga de carros militares e caminhões gigantes.

No domingo, às 15h, o Papai Noel chegará em um carro de Bombeiros antigo, dos anos 1950, que pertenceu aos estúdios da Warner Bros.

Fãs clubes de veículos antigos e colecionadores, incluindo de motos, Kombis e Fuscas, já confirmaram presença. Em uma das áreas haverá, além de veículos antigos, peças e acessórios para comercialização.

Concurso

Será promovido um concurso, com premiações, nas categorias: originalidade, clube com maior número de inscritos, o hot mais bonito, a melhor customização, o motorista com a carta mais antiga, a mulher mais velha dirigindo carro antigo e a mais nova, e o clube que trouxer o maior número de mulheres associadas.

Outras atrações

Junto à Exposição de Antigomobilismo ocorre o Brasa e a Fest Beer, um festival gastronômico com cervejas artesanais, churrasco, torresmo, doces, hambúrgueres gourmet e o famoso torresmo de rolo.

Uma programação musical tornará o evento ainda mais divertido, apresentando seis bandas ao vivo de rock, pop e sucesso dos anos 80/90, nos três dias. A entrada para os shows é gratuita, com ingresso solidário de um quilo de alimentos ou um brinquedo em bom estado, para doação ao Banco de Alimentos de Campinas.

Também haverá uma área kids, com brinquedos infláveis para crianças. Nesta atração, os ingressos serão pagos.

Recomendações sanitárias para o evento

Os visitantes deverão apresentar documento com foto e comprovante de vacinação com as duas doses (pelo aplicativo ou no papel). Para quem tomou apenas uma dose ou nenhuma, será obrigatória a apresentação do teste negativo para Covid-19 do tipo antígeno (realizado até 24 horas antes) ou do tipo PCR (realizado até 48 horas antes).

SERVIÇO

Exposição Nacional de Antigomobilismo e Festival na Brasa

Datas e horários: 3 de dezembro, sexta-feira, das 17h às 22h; 4 e 5, sábado e domingo, das 10h às 22h

Domingo, dia 5, às 15h – Chegada do Papai Noel a bordo de um carro de bombeiros americano utilizado no cinema

Local: Lagoa do Taquaral (Parque Portugal) – Av. Dr. Heitor Penteado, 1671, Parque Taquaral. Entrada pelos portões 5 e 7 e no acesso ao kartódromo

Continue Reading

Destaque

Região de Campinas tem ao menos 10 cidades que vão desobrigar uso de máscaras nos ambientes externos em 11 de dezembro

Published

on

Cidades da região acompanham decisão do governo estadual — Foto: TV Globo

Dez cidades da região de Campinas (SP) confirmaram, até este sábado (27), que vão desobrigar o uso de máscaras em ambientes externos (ao ar livre) a partir de 11 de dezembro, em medida que acompanha a decisão o governo estadual. Maior município do grupo, a metrópole informou que vai anunciar a decisão na semana que vem.

Até quinta-feira (25), Americana, Hortolândia, Indaiatuba, Valinhos e Vinhedo já haviam anunciado a medida. De lá para cá, Holambra, Lindoia, Mogi Mirim, Pedreira e Socorro seguiram a regra.

O uso vai continuar obrigatório em espaços fechados e no transporte público, inclusive dentro de estações e terminais urbanos. A determinação do governo estadual considera a prerrogativa para as prefeituras adotarem regras mais rígidas.

O anúncio do governador João Doria (PSDB) sobre a flexibilização das máscaras foi feito na quarta-feira (24), antes da Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar a ômicron uma “variante de preocupação” do novo coronavírus – o que ocorreu na sexta (26).

LEIA TAMBÉM:

Holambra, Lindoia, Socorro, Pedreira e Mogi Mirim

A Prefeitura de Holambra informou que segue, desde o primeiro semestre do ano passado, as orientações e recomendações do Plano São Paulo. “E que, portanto, não exigirá o uso de máscaras de proteção facial em locais externos a partir do dia 11 de dezembro”.

Assim como em Holambra, as prefeituras de Pedreira, Socorro, Lindoia e Mogi Mirim informaram que seguirão o Plano São Paulo.

O g1 procurou as 31 cidades da região de Campinas, mas o restante não confirmou se vai aderir à medida.

O prefeito de Morungaba informou que todas as questões ainda serão definidas “após a discussão com outros prefeitos da região na próxima reunião da RMC, no dia 29 de novembro”.

Governador João Doria durante coletiva de imprensa nesta quarta (20) — Foto: ANDRÉ RIBEIRO/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Outras cidades

Em Campinas, a prefeitura informou que vai decidir sobre a regra na semana que vem. A administração não comunicou a data exata, mas disse que também serão definidas as medidas para réveillon e carnaval.

A Prefeitura de Americana informou apenas que seguirá as normativas do estado, “como já vem acontecendo desde o início da pandemia”.

Já em Hortolândia, a administração municipal reforçou que a decisão está amparada também no fato de que 70% da população foi imunizada com as duas doses da vacina contra a Covid-19.

“Um segundo ponto analisado pelos especialistas para a tomada de decisão foi o impacto de 100% da capacidade de público em eventos culturais, esportivos e de lazer que está vigente em SP desde o dia 1º de novembro. As análises não identificaram aumento no cenário epidemiológico nos últimos 20 dias, demonstrando que a vacinação e as medidas de proteção mantiveram o controle da pandemia”, defendeu.

Em Indaiatuba, a prefeitura disse que segue as deliberações do Plano São Paulo no enfrentamento da pandemia.

Variante ômicron: cientistas alertam para necessidade da vacinação

Variante ômicron: cientistas alertam para necessidade da vacinação

Fim da multa em Valinhos

Em Valinhos, a flexibilização do uso de máscara significa também a suspensão das multas para quem for flagrado sem o equipamento de proteção em ambientes externos a partir do dia 11 de dezembro.

A prefeitura argumenta que atingiu a menor média de internações pela Covid-19 desde o início do ano e, nesta semana, registrou o primeiro dia sem novos casos confirmados.

Além disso, se amparou no fato de que a cidade tem 88,55% da população acima de 12 anos imunizada com as duas doses, ou dose única da Janssen.

Em Vinhedo, a prefeitura comunicou que a medida também começa a valer em 11 de dezembro e foi amparada pelo Comitê Científico do Estado e “em dados positivos de avanço da vacinação e do cenário epidemiológico”.

O g1 entrou em contato com as prefeituras de Sumaré e Indaiatuba, e aguardava retorno até a publicação desta reportagem.

VÍDEOS: destaques da região de Campinas

Continue Reading

Destaque

Percorra Campinas (SP) e descubra “O que te assombra?”

Published

on

Edlaine Garcia conhece o pessoal do podcast “O que te assombra?” — Foto: EPTV

Sabe aquele frio repentino de gelar a espinha, que dispara o coração e arrepia até os cabelos? E só aí que você percebe que não está sozinho?! Pois é, Edlaine Garcia visitou alguns pontos de Campinas (SP), que para muitos pode ser um lugar comum, mas guardam histórias assombradas de botar medo em qualquer um.

A nossa apresentadora conversou com um grupo de especialistas nas lendas fantasmagóricas que recontam a história do município, eles produziram um podcast narrando esses contos, que acabam se perdendo no imaginário da população, e prepararam um tour pela cidade campineira para tentar descobrir “O que te assombra?”.

Ficou curioso? Venha com a gente conhecer uma Campinas diferente:

Edlaine Garcia percorre pontos fantasmagóricas de Campinas (SP)

Edlaine Garcia percorre pontos fantasmagóricas de Campinas (SP)

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement
Advertisement
Advertisement
Advertisement

TAGS

+ VISTOS