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Mulher é assaltada enquanto esperava o marido e tem seu carro recuperado pela Polícia Militar em Limeira, SP

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A vítima temendo ser sequestrada pulou do veículo em movimento.

Um funileiro de 26 anos morador em Engenheiro Coelho (SP), foi preso pela Polícia Militar na noite de quinta-feira (13), após roubar um veículo no Centro de Limeira (SP).

De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais militares cabo Pereira e soldado Dantas, estavam em patrulhamento, quando foram informados através do COPOM sobre um roubo de um veículo Fiat/Siena na região central da cidade, nas proximidades da rodoviária.

Pulou do veículo em movimento

De acordo com o que foi irradiado um indivíduo sobre forte ameaça adentrou o veículo da vítima que estava no lado do passageiro esperando seu marido e saiu acelerado, momento esse que a vítima temendo ser sequestrada pulou do veículo em movimento.

Nesse momento foi informado que o veículo teria ido em direção ao Supermercado Covabra e Avenida Campinas, os policiais efetuando patrulhamento pela Avenida Campinas, cerca de 10 minutos após o roubo, se depararam com o veículo pela referida avenida, sendo que ao avistar nossa equipe começou a fugir acelerado e começou um breve acompanhamento onde o indivíduo veio a se chocar na rotatória da Ponte Preta danificando a roda do veículo e parando embaixo da ponte, tentando abrir a porta do carro pra fugir e foi detido pelos PMs.

Prisão em flagrante

Diante dos fatos o criminoso recebeu voz de prisão em flagrante, foi apresentado no plantão policial, onde após ser ouvido pelo delegado Dimas Fernando Custódio, permaneceu à disposição da Justiça. Estiveram no apoio os policiais militares tenente Goulart, sargento Francisco, cabo Fanaro, cabo Benedito, cabo Porto, cabo Scapin, cabo Junior, soldado Padilha, soldado Crespi, soldado Brito, soldado Alan e soldado Alexandre.

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Com informações Repórter Beto Ribeiro

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Caoa Chery é alvo de protesto com nova ocupação de concessionária

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Trabalhadores da Caoa Chery fizeram novo protesto, na manhã deste sábado (21), contra o fechamento da fábrica, em Jacareí.

Pela segunda vez, um grupo de metalúrgicos ocupou uma concessionária da fabricante chinesa, desta vez na cidade São Paulo. 

Por cerca de meia hora, os operários ficaram dentro da loja, situada na avenida Sumaré, no bairro de Perdizes, na capital paulista.

Com cartazes denunciando a empresa, os trabalhadores gritaram palavras de ordem em defesa dos empregos.

Antes da ocupação, os trabalhadores foram à reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas, que também ocorre em São Paulo. 

No encontro, o presidente do sindicato, Weller Gonçalves, falou sobre a luta pelo emprego na Caoa Chery.

“É preciso unidade para botar pressão na Caoa Chery e exigir que não haja nenhuma demissão. Vamos continuar lutando arduamente contra o fechamento da fábrica em Jacareí”, disse.

NEGOCIAÇÃO

Nesta segunda-feira (23), o sindicato e a Caoa Chery voltam a se reunir com a mediação do MPT (Ministério Público do Trabalho). Na sexta (20), o encontro terminou em impasse.

Durante o encontro, o Sindicato dos Metalúrgicos insistiu no cumprimento do que foi acordado na reunião de 10 de maio para a abertura de layoff com estabilidade no emprego.

Já a Caoa Chery manteve a proposta de indenização social de 7 a 15 salários nominais, sem extensão dos benefícios e sem layoff.

“O layoff é uma maneira dos trabalhadores tomarem fôlego e se prepararem para a recolocação no mercado de trabalho. De qualquer forma, nossa luta contra o fechamento da fábrica e preservação dos empregos continuará com toda força”, disse Gonçalves. 

PODER PÚBLICO

A Prefeitura e Câmara Municipal de Jacareí se posicionaram sobre a situação dos trabalhadores e a decisão da empresa em fechar a fábrica na cidade. 

Em nota divulgada nesta sexta (20), o prefeito Izaías Santana (PSDB) cita os investimentos públicos feitos em infraestrutura, que beneficiaram a área onde está instalada a fábrica da Caoa Chery. 

“Assim, nos alinhamos aos trabalhadores da empresa nesta luta para abertura dos canais de negociação, visando a preservação dos empregos, condição indispensável para o cumprimento do compromisso da contraprestação social pelos investimentos públicos direta ou indiretamente beneficiaram o grupo econômico e sua cadeia produtiva”, diz um trecho da nota. 

A Câmara Municipal aprovou requerimento para que a montadora cumpra o acordo de layoff registrado em ata de reunião com o sindicato.

As centrais sindicais também divulgaram nota de apoio à luta dos metalúrgicos: “Manifestamos apoio e solidariedade aos trabalhadores, exigimos o cumprimento do acordo e o atendimento das reivindicações e chamamos a todas as organizações sindicais e populares a manifestarem sua solidariedade a esta luta que é de todos nós!”.

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Etec está com 580 vagas para cursos em Campinas; confira calendário do vestibulinho

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Vestibulinho da Etec já recebe inscrições até as 15h do dia 6 de junho. Em Campinas as vagas estão distribuídas entre duas unidades, mas, é possível encontrar oportunidades em outras cidades também.

Etec está com 580 vagas para cursos em Campinas; confira calendário do vestibulinho
Etec está com 580 vagas para cursos em Campinas; confira calendário do vestibulinho (Imagem: FDR)

Já estão abertas as inscrições para o vestibulinho das Escolas Técnicas Estaduais, que, em Campinas, oferecem 580 vagas em oito cursos que estão distribuídos entre a Etec Bento Quirino (Bentão) e Conselheiro Antônio Prado (Etecap).

Para participar da seleção é necessário ter concluído o ensino médio ou estar na última série dessa etapa, e fazer a inscrição pelo site do vestibulinho, a taxa de participação é de R$ 39.

O Vestibulinho para o segundo semestre de 2022 oferece 42.946 vagas para habilitação técnica, sendo 40.066 na modalidade presencial e 2.880 vagas no formato online. São mais de 80 opções de cursos, com duração de três ou quatro semestres.

Vestibulinho Etec

Vagas nas Etec’s de Campinas:

Bento Quirino (Bentão)

Administração – 35 vagas

Automação Industrial – 35 vagas

Desenvolvimento de Sistemas – 35 vagas

Eletrônica – 35 vagas

Mecânica – 35 vagas

Recursos humanos – 35 vagas

Conselheiro Antônio Prado (Etecap)

Alimentos – 40 vagas

Biotecnologia – 40 vagas

Farmácia – 40 vagas

Química – 40 vagas

Escola Estadual Eduardo Barnabé (Oferecida pela Etec Bento Quirino)

Administração – 35 vagas

Logística – 35 vagas

Escola Estadual Francisco Glicério (Oferecida pela Etec Bento Quirino)

Contabilidade – 35 vagas

Recursos Humanos – 35 vagas

Escola Estadual Hercy Moraes (Oferecida pela Etec Bento Quirino)

Administração – 35 vagas

Logística – 35 vagas

Na região de Campinas

O vestibulinho também oferece oportunidade em outras cidades do estado; confira:

Americana – 2- 40 vagas em 6 cursos

Amparo – 390 vagas em 10 cursos

Artur Nogueira – 40 vagas em 1 curso

Cosmópolis – 40 vagas em 1 curso

Hortolândia – 160 vagas em 4 cursos

Itatiba – 240 vagas em 6 cursos

Jaguariúna – 40 vagas em 1 curso

Monte Mor – 70 vagas em 2 cursos

Nova Odessa – 120 vagas em 3 cursos

Santa Barbara D´Oeste – 160 vagas em 4 cursos

Sumaré – 40 vagas em 1 curso

Valinhos – 72 vagas em 2 cursos

Vinhedo – 1 curso com 40 vagas

Para saber mais sobre vagas de emprego, vestibulares e cursos, acompanhe a editoria de Carreiras do FDR.

MAIS LIDAS

Jamille Novaes

Jamille Pereira Novaes é graduada em Letras Vernáculas pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), pós-graduada em Gestão da Educação pelo Centro Universitário Maurício de Nassau (UNINASSAU). Como professora de Língua Portuguesa, já atuou no ensino fundamental I e II. Atualmente, trabalha como professora de Língua Portuguesa no ensino técnico e redatora da editoria de carreiras do portal FDR. Jamille utiliza sua experiência na área da educação para cobrir notícias sobre cursos, vestibulares, empregos e concursos.

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1 caso a cada 4 dias: assédio sexual no trabalho aumenta e supera índices pré-pandemia na região de Campinas; saiba como…

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Assédio sexual no ambiente acadêmico é sistemático, diz relatório — Foto: Frank May/Picture Alliance/DPA/AFP/Arquivo

Os processos de assédio sexual no ambiente de trabalho voltaram a crescer após o retorno às atividades presenciais e já superam os índices de 2019, antes da pandemia de Covid-19. De acordo com o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT-15), 100 casos resultaram em ações judiciais em 2021, uma média de um caso a cada quatro dias, na região de Campinas (SP) .

É o equivalente a oito casos por mês no universo de oito cidades, que fazem parte da cobertura do g1 Campinas e tiveram registros de novos processos sobre assédio sexual. São elas: Campinas, Americana, Amparo, Hortolândia, Indaiatuba, Mogi Mirim, Paulínia e Sumaré.

De acordo com o órgão, os registros caíram 9% durante a pandemia em 2020. No ano passado, cresceram 13%, ultrapassando os dados de 2019 em 4% – que incluíam ocorrências também na cidade de Mogi Guaçu. Veja detalhes do levantamento solicitado pelo g1 abaixo:

Processos novos por ano

  • 2019: 96 casos
  • 2020: 87 casos
  • 2021: 100 casos

Os registros do Tribunal mostram ocorrências com mulheres – segundo o TRT, é raro ter processos de assédio sexual abertos por homens – vítimas de casos que aconteceram nos últimos cinco anos e culminaram em ações judiciais registradas nos anos acima. A maior parte dos casos foi relatada nas varas de Campinas.

Processos por cidade em 2021

  • Americana: 8
  • Amparo: 2
  • Campinas: 57
  • Hortolândia: 2
  • Indaiatuba: 10
  • Mogi Mirim: 6
  • Paulínia: 9
  • Sumaré: 6
Ações no TRT por assédio sexual no ambiente de trabalho
Dados correspondem a cidades da região de Campinas
Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 15ª região

MPT também registrou alta nas denúncias

Em relação a denúncias sobre o mesmo tema, o Ministério Público do Trabalho (MPT-15), sediado na metrópole, também constatou o aumento. São queixas das regiões de Campinas, Piracicaba e Jundiaí.

De 2019 para 2020, houve queda de 34%; em seguida, em 2021, os casos aumentaram 57% e agora superam em 4% os números pré-pandemia. Dependendo do andamento das apurações, elas podem resultar em novas ações judiciais. As denúncias podem ser feitas anonimamente.

Denúncias de assédio sexual no trabalho

  • 2019: 21
  • 2020: 14
  • 2021: 22

Para Thaís, a falta de relação interpessoal é um dos motivos para a queda de casos durante o isolamento social provocado pela pandemia de Covid-19 a partir de 2020. A possibilidade de produzir provas contra si mesmo inibe os assediadores.

“Qual é o real ambiente que você está? Se for uma reunião, por exemplo, eu posso te filmar. Então, é óbvio que o agressor vai ter mais cautela. Ele vai se sentir menos confortável de assediar uma mulher num ambiente em que ele desconhece a total realidade”.

Vítimas de assédio sexual no trabalho podem fazer denúncias anônimas no MPT — Foto: Reprodução/TV Globo

Chantagem x intimidação

De acordo com Tribunal Superior do Trabalho (TST), o assédio sexual no trabalho pode ocorrer de duas formas:

  • por chantagem: quando um chefe, gerente ou superior oferece melhores condições de trabalho, melhoria de salário ou ameaça demitir a vítima com objetivo de obter algum favor sexual. É considerado crime, com pena de um a dois anos.
  • por intimidação: entre colegas de trabalho ou por qualquer outro funcionário. Abrange intimidação sexual, física ou verbal. É comum que as vítimas peçam demissão por conta do ambiente hostil de trabalho. Nestes casos, a mulher pode entrar com uma ação trabalhista, já que, de acordo com o artigo 157 da CLT, a empresa é responsável por evitar constrangimentos e violência no ambiente de trabalho.

Subnotificação: vítimas sofrem caladas

Apesar de os dados demonstrarem uma tendência de aumento, a subnotificação é uma realidade. Para a advogada Thaís Cremasco, cofundadora do movimento Mulheres pela Justiça, vítimas de assédio sexual no ambiente de trabalho tendem a sofrer caladas porque têm medo de represálias.

“Em uma sociedade machista, a mulher acaba sendo punida por tudo que acontece com ela. A revitimização é uma realidade para todo tipo de violência contra a mulher. Então, ela sublima esta dor, porque ela provavelmente será julgada novamente pela situação que vivenciou”.

A desembargadora Eliane Boldini Coca, do TRT-15, também destacou que o alto índice de desemprego e a piora nas relações trabalhistas colaboram com o silêncio das vítimas.

Sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, em Campinas (SP) — Foto: Fernando Evans/G1

Procuradora do MPT de Campinas, Danielle Olivares Corrêa explicou que, enquanto o assédio acontece presencialmente, cabe à vítima conseguir o maior número de provas possíveis, como testemunhas e registros das abordagens, para comprovar a agressão. Nestes casos, o apoio dos colegas de trabalho faz a diferença.

“O problema do assédio sexual no trabalho é um problema de todos que estão ali, porque afeta a saúde mental da vítima e dos demais trabalhadores que estão convivendo com aquela situação”, diz.

Mais conscientização, mais denúncias

As especialistas acreditam que o número de denúncias aumente em 2022, mas isso também pode significar uma maior conscientização das mulheres vítimas de assédio sexual dentro do trabalho.

“O assédio sempre existiu e vai continuar aumentando toda vez que a mulher ocupa um espaço. Mas, também acredito que as mulheres terão cada vez mais coragem para denunciar e, a partir das denúncias, vamos mudar essa realidade”, disse a advogada Thaís Cremasco.

Thais Cremasco, advogada e cofundadora de um coletivo que atende mulheres vítimas de violência na região de Campinas — Foto: Reprodução/EPTV

A desembargadora Eleonora Coca acredita que casos emblemáticos repercutidos na mídia, como o da influenciadora Mariana Ferrer, ajudam mulheres a se conscientizar sobre a violência contra a mulher.

“Na década de 1990, as pessoas ainda questionavam o dano moral causado à vítima de assédio”, disse a desembargadora, que destacou que a indenização por danos morais é uma garantia constitucional às mulheres que sofreram assédio sexual no trabalho.

Vítimas relatam abusos

A legislação define o crime de assédio sexual como o constrangimento com conotação sexual no ambiente de trabalho, em que, como regra, o agente utiliza sua posição hierárquica superior ou sua influência para obter o que deseja. A infração pode ocorrer pelo simples constrangimento da vítima ou pela prática contínua de atos.

Mas o assédio pode acontecer de formas bem mais sutis do que a prevista pela lei. Foi o caso da jornalista, professora e pesquisadora Juliana Doretto, que sofreu assédio sexual de um colega repórter durante uma viagem de trabalho. (Leia o depoimento aqui).

A jornalista, pesquisadora e professora Juliana Doretto relatou ao g1 o caso de assédio que sofreu quando era repórter — Foto: Arquivo Pessoal

Uma vendedora de Campinas , que preferiu não ser identificada na reportagem disse que se sentia “um pouco prostituída” na loja de artigos de luxo onde trabalhava. Em entrevista ao g1, ela se recordou quando um cliente a beijou, e outro a apalpou. No alto de seu salto por oito horas diárias, contou que se sentia parte da vitrine – leia aqui.

Como denunciar

As denúncias podem ser feitas ao setor responsável da empresa, ao sindicato ou ao Ministério Público do Trabalho. De acordo com a procuradora Danielle Correa, parte das denúncias são feitas por colegas de trabalho que revoltaram com a situação.

“A vítima fica tão constrangida que ela não faz a denúncia. Geralmente, quando a ela faz, espera o término da relação de trabalho, porque antes tinha medo de perder o emprego”.

A sede do MPT, em Campinas — Foto: Fernando Pacífico / G1

Direitos das vítimas

A ação trabalhista pode garantir à vítima indenização por danos morais e aplicação da justa causa no empregador. Também pode garantir a recisão indireta, quando o funcionário, mesmo após pedir demissão, recebe férias, 13º salário proporcional, FGTS com multa de 40% e demais direitos previstos pela CLT.

Quando o assédio é caracterizado como crime, o Código Penal determina detenção de um a dois anos para o agressor. Para a advogada Thaís Cremasco, a legislação precisa avançar neste sentido, já que a violência pode ocorrer por meio de abordagens mais sutis que minam a autoestima e a capacidade de trabalho da mulher:

“O assédio sexual pode ser toda e qualquer conduta que traga um desconforto para a mulher. Você sabe que é assédio quando você coloca a cabeça no travesseiro e lembra daquela cena”.

*Sob a supervisão de Patrícia Teixeira

VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região

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