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Transerp abre edital para reformular Área Azul e ampliar vagas em Ribeirão Preto

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Transerp abre licitação para modernizar Área Azul e aumentar número de vagas

Transerp abre licitação para modernizar Área Azul e aumentar número de vagas

A Empresa de Trânsito e Transporte Urbano (Transerp) abriu licitação para instalar 50 parquímetros que serão utilizados para cobrança informatizada da Área Azul em Ribeirão Preto (SP). A implantação faz parte do projeto de remodelação do estacionamento rotativo na cidade.

A abertura das propostas está prevista para acontecer no dia 5 de julho. As empresas interessadas podem retirar o edital na Rua General Câmara, 2910, no bairro Jardim Presidente Dutra, na zona Norte, mediante pagamento de R$ 20 ou gratuitamente no site da Transerp.

A empresa vencedora será responsável não só pela instalação dos equipamentos, mas também pela implantação de todo sistema nas vias da cidade. Também deverá desenvolver e fornecer um aplicativo gratuito para facilitar a utilização do serviço pelos usuários.

A proposta de menor custo assume a operação. A administração da Área Azul seguirá sendo feita pela Transerp.

O que vai mudar com a reformulação

A Área Azul funciona de segunda a sexta-feira das 9h às 18h e aos sábados das 9h às 13h. Não há cobrança aos domingos, feriados e em dias ou períodos especiais que venham a ser definidos pela prefeitura.

Hoje, quem precisa parar o carro no estacionamento rotativo tem que procurar uma loja credenciada próximo à área para comprar o cartão, preencher os dados à caneta e colocá-lo dentro do veículo em um local de fácil visualização pela fiscalização.

Cobrança de Área Azul em Ribeirão Preto está concentrada em sua maioria no Centro da cidade — Foto: Reprodução/EPTV

A prefeitura considera que o atual modelo é obsoleto e que as novas tecnologias a serem implantadas vão facilitar não só a operação como o uso pelos motoristas. Eles poderão optar pela compra de créditos via aplicativo no celular ou no site da área azul por pagamento via boleto bancário, cartão de crédito, PIX e dinheiro.

“Ele é benéfico do ponto de vista que você vai garantir a rotatividade das vagas. Existe um problema hoje na cidade que é em relação a oferta de vagas para estacionamento. Existe um sistema que está em funcionamento mas o modelo de gestão baseado no cartão e na presença do agente é antiquado. Hoje existe tecnologia que permite uma melhor eficiência da gestão”, afirma o especialista em engenharia de tráfego Mateus Araújo e Silva.

De acordo com a Transerp, a cidade tem 1.195 vagas de Área Azul. Desde 2017, o valor cobrado pelo uso é de R$ 1,50 (uma hora) e de R$ 3 (até duas horas). A arrecadação em abril deste ano foi de R$ 54.756.

Com a reformulação, a previsão é ampliar para 4.565 as vagas para carros nas regiões Central, Avenida 9 de Julho, Avenida Dom Pedro, Jardim Paulista, Sumaré, Avenida Saudade, Avenida Treze de Maio, Vila Seixas e Vila Tibério.

Uma das principais reclamações entre condutores é o número insuficiente de vagas. Em São José dos Campos (SP), por exemplo, cidade equivalente a Ribeirão Preto, há 5.100 estacionamentos, em Piracicaba (SP), que é menor, são 4,5 mil.

“O sistema vai ter benefícios para o usuário. Ao invés de o usuário ficar procurando vaga ou então pagando mais caro por estacionamentos privados, vai ter a opção de ter a oferta da vaga garantida”, diz Silva.

VÍDEOS: Tudo sobre a região de Ribeirão Preto

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Campinas participa da vigília nacional em prol da democracia

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Campinas teve na quinta-feira (11) duas manifestações populares em defesa da democracia, das eleições de outubro e de respeito aos resultados das urnas. Um dos atos foi realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com a leitura de duas cartas destacando a importância da preservação do estado democrático de direito, evento que se repetiu em 22 capitais brasileiras. Também ocorreu manifestação no Largo do Rosário, no Centro.

Apesar do frio no período da manhã, o Teatro de Arena da Unicamp, que tem capacidade para 800 pessoas, ficou tomado durante a leitura do “Manifesto da Unicamp pela Democracia” e da “Carta às Brasileiras e Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito!”, elaborada pela Faculdade de Direito da USP. A ação, que também foi transmitida pelo canal da instituição no YouTube, foi uma iniciativa conjunta da reitoria, da Associação dos Docentes da Unicamp (ADunicamp), do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) e da Associação Central de Pós-Graduação da Unicamp (APG).

O ato contou com a participação de professores, funcionários, alunos, cinco ex-reitores, políticos de Campinas e da região. A coordenadora-geral da Unicamp, Maria Luiza Moretti, representou o reitor Antonio José de Almeida Meirelles, que esteve em São Paulo participando da manifestação na USP. A cerimônia teve um forte peso político, com o público se manifestando durante os discursos em favor da democracia e das eleições.

Várias vezes foram repetidas a frase “Fora Bolsonaro”, referência ao presidente da República e candidato à reeleição, que tem atacado sistematicamente o processo eleitoral, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de defender o golpe militar de 1964 e insinuar repetidamente a possibilidade de uma nova ruptura institucional. Em algumas oportunidades foi gritada a frase “Lula lá”, menção ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também disputará o Palácio do Planalto em outubro.

Apesar dessas reações, poucas pessoas usavam camiseta ou outra peça com referência a candidatos ou partidos políticos. Além da democracia e eleição, a manifestação da Unicamp também defendeu o ensino público gratuito e a ciência.

Durante seus discursos, os ex-reitores da universidade lembraram outras oportunidades em que a instituição se posicionou a favor do estado democrático de direito e contra a ditadura militar, que durou de 1964 a 1985, e a intervenção que sofreu entre 1981 e 1982. 

A escolha da data de 11 de agosto para a realização da manifestação nas universidades se deve ao fato de ser nesse dia, em 1827, que o imperador D. Pedro I decretou a instalação de cursos jurídicos no Brasil. 

O manifesto da Unicamp foi lido pela professora Andréa Galvão, enquanto a carta da USP foi apresentada por Silvia Santiago, diretora-executiva de Direitos Humanos da Unicamp, e por Rodolfo Ilari, professor emérito da universidade. Na sequência, o público acompanhou a transmissão da leitura realizada na Faculdade de Direito da USP. 

A outra manifestação em favor da democracia foi realizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), sindicatos, partidos políticos, estudantes e entidades sociais no Largo do Rosário, reunindo cerca de 100 pessoas. Durante o ato, várias pessoas se pronunciaram a favor das eleições em outubro e do respeito aos resultados do pleito. Após os pronunciamentos, os manifestantes realizaram uma passeata pela Avenida Francisco Glicério até o Largo do Pará. Eles ocuparam duas fixas da via, o que deixou o trânsito lento. Não foi registrado qualquer incidente.

“Temos que apoiar toda e qualquer manifestação pela democracia. É essencial, principalmente neste momento em que é preciso reafirmar os princípios democráticos”.

José Henrique Rodrigues Torres, representante da Associação dos Juízes pela Democracia

“Esse é um momento histórico, um dia de orgulho de ser da Unicamp. Estamos vivendo um desmonte que vai além da democracia. Temos que ter responsabilidade e respeito pelas mulheres, LGBTs e negros. As pessoas devem ser valorizadas. Com responsabilidade, respeito e uma pitadinha de carinho, vamos derrotar os que se dizem democratas e não colaboram com a sociedade”.

Elisiene Lobo, representante do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU)

“A democracia está sendo atacada de forma acintosa, de uma forma que não foi nas últimas quatro décadas e por pessoas públicas, pela Presidência, que deveria defender a democracia. É uma defesa que deve ser estendida a todas as pessoas, independente da raça, gênero, orientação sexual e classe social. Todas as pessoas devem ser tratadas da mesma maneira”.

Paulo Cesar Centoducatte, presidente da Associação dos Docentes da Unicamp

“Este é um momento de luta em defesa da democracia. Nós precisamos nos alimentar desse momento, não é apenas uma carta. Precisamos assumir que, para que isso seja possível, muitas pessoas lutaram. Fora Bolsonaro! Viva a democracia!”

Renan Oliveira, representante da Associação Central de Pós-Graduação da Unicamp (APG)

“Este é um marco histórico, é o compromisso com a democracia. Isso nos faz dar as mãos em um momento em que temos que encarar o mal que nos espreita. É o mal que deprecia a democracia e seus princípios. Fora Bolsonaro”.

Carlos Vogt, reitor de 1990 a 1994

“A Unicamp sempre se posicionou na luta pela democracia e é essa história que temos que defender”.

José Martins Filho, reitor de 1994 a 1998

“É hora de tomar uma posição clara e decisiva em defesa do estado democrático de direito, liberdade, educação e ciência”

Fernando Ferreira Costa, reitor de 2009 a 2013

“Esse ato, sem dúvida nenhuma, se estabelece na história dessa universidade, que sempre se posicionou em favor da democracia, da liberdade. É uma instituição preocupada com o melhor para a sociedade brasileira. Sem democracia não há cidadania. A cidadania somente se cumpre com a educação”.

José Tadeu Jorge, reitor de 2005 a 2009 e de 2013 a 2017

“Esse é um momento importante, decisivo para o nosso país. Nós nos encontramos em um momento de insegurança, incerteza e pessimismo com o futuro. Parece incrível que nós tenhamos que nos reunir aqui pela democracia, que parecia algo tão solidificado”.

Marcelo Knobel, reitor de 2017 a 2021

“As universidades públicas paulistas estão juntas em defesa da democracia no país. Não podemos esquecer o que o passado nos ensinou, o que está nas escritas, nos livros. Infelizmente, o nosso regime militar inspirou a ditadura em vários países latino-americanos”.

Maria Luiza Moretti, coordenadora-geral a Unicamp

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CÂMARA DE VALINHOS APROVA CARTÃO PARA GESTANTES USAREM VAGAS DE ESTACIONAMENTO

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A ideia é que o cartão da gestante funcione de forma semelhante ao cartão oferecido aos idosos

Os vereadores aprovaram por unanimidade na sessão desta terça-feira (9), o projeto de lei cria um cartão para as gestantes de Valinhos usarem nas vagas de estacionamento reservadas. A proposta é de autoria da vereadora Simone Bellini (Republicanos) e tem o objetivo de facilitar a locomoção de mulheres grávidas na cidade.

Caso o projeto seja sancionado pela prefeita Lucimara (PSD), o cartão deverá ser emitido pela Secretaria de Mobilidade Urbana e terá validade de 24 meses, compreendendo todo o período gestacional e os primeiros meses de vida da criança.

Simone Bellini (Republicanos)

O texto aprovado na Câmara também traz diretrizes para a implantação de vagas específicas para mulheres grávidas, com dimensões um terço maior do que as vagas comuns, e sinalização adequada.

Em entrevista à TV Câmara, Simone Bellini afirmou que a ideia é que o cartão da gestante funcione de forma semelhante ao cartão oferecido aos idosos. “Da mesma forma que temos o cartão do idoso, agora vamos ter o cartão da gestante. Esse cartão tem a duração de 24 meses justamente para pegar toda a gestação e o nascimento do bebê, para essa mãe ter um acolhimento melhor”, afirmou.

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Campinas eleitoral

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Campinas se torna hoje o centro das atenções políticas e eleitorais em todo o Estado de São Paulo, com o start das campanhas de Rodrigo Garcia (PSDB), o governador que concorre à sua sucessão, e de Tarcísio Gomes de Freitas, o ex-ministro da Infraestrutura de Jair Bolsonaro (PL), que disputa o Palácio dos Bandeirantes pelo Republicanos. Na terça-feira, 16, será a vez de Vinícius Poit, candidato do Novo a percorrer as ruas da cidade, em lançamento de campanha e em busca do voto dos campineiros. 

AGENDA DE GARCIA

O governador Rodrigo Garcia começa logo cedo sua agenda de visitas à Região Metropolitana de Campinas (RMC). Vai estar às 8 horas na fábrica da Motorola, em Jaguariúna, onde preside solenidade de lançamento da Plataforma Infra Tech. Em seguida, vai para o Círculo Militar de Campinas, onde participa do Seminário “O Papel da Polícia Penal na Segurança Pública”. Após, almoça com empresários da região em Morungaba, e passa por Campinas.

“Todos aqui lutam contra a apatia, o populismo, as ameaças e os riscos de deixar de lado o melhor de nós mesmos”.

Horácio Lafer Piva, presidente do Conselho da IBÁ

AGENDA DE TARCÍSIO

Já Tarcísio Gomes de Freitas chega a Campinas no período da tarde. Às 14 horas faz caminhada na Treze de Maio, saindo da Praça da Catedral Metropolitana.

PÃO COM MORTADELA

Com o título “Tarcísio na Padoca”, a agenda assinala um lanche com correligionários na Padaria Adélia, no Jardim Metanópolis. Às 17 horas, faz caminhada na Praça da Concórdia, no Distrito do Campo Grande.

BOLA NA TRAVE

Depois da retirada da candidatura ao Senado do técnico de futebol Vanderley Luxemburgo, pelo Tocantins – determinada pela direção do PSDB -, outro craque da bola enfrenta problemas para manter-se na corrida eleitoral.

BOLA NA TRAVE 2

Túlio Guerreiro, ex-volante do Botafogo, Goiás, Corintians e Grêmio, não teve o registro de candidato a deputado federal, pelo MDB do DF reconhecido pelo TRE.

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