* Por Drica Lobo

Na quinta-feira, o Museu do Futebol é gratuito e aberto a todos !

Já fazia algum tempo que eu queria ir com as crianças ao Museu do Futebol. Como nenhuma figura masculina da família se manifestou até o presente momento, eu mesma resolvi organizar esta empreitada. Numa quinta-feira de férias. Porém sabia (nem sei por quê) que precisava da figura paterna nesta história. Então fui perguntar entre os taxistas do meu ponto quem era o pai mais apaixonado por futebol e se podia servir de guia nessa excursão. Para minha sorte achei Marcelo e, com ele, também descobri que o Museu tem um acordo com os taxistas que apresentando sua carteirinha também não pagam em qualquer dia da semana. Marquei na quinta, às 9h30 da manhã, pois tinha que passar e recolher o grupo e às 10h o Museu abria. No dia seguinte tínhamos 4 meninos e 1 menina e no carro já soltei: “Quem sabe o que é um Museu?” Todos levantaram a mão e o Pedro falou : É um lugar em que se guarda as coisas.”. O Lolo completou : “… as histórias”. Perguntei se sabiam o que veriam nesse do Futebol. Aí… todos começaram a falar, uma cascata de nomes e idéias: Quem inventou o futebol… quem fez a bola… quem foi o maior jogador do mundo… foi o Pelé ! Quem inventou o Palmeiras … e não paravam mais de falar ! Quando chegamos, já tive a sensação de que algo importante e especial estava para acontecer, pois a equipe do Museu : porteiro, seguranças, monitores, todos pareciam prontos, aguardando seu público (o que já dá uma sensação bem diferente, pois em qualquer festa ou lugar é muito bom ser recebido assim) Começamos o passeio vendo uma exposição temporária de futebol em papel… linda! Na abertura, tem uma bola feita de papel reciclado e fita crepe, vimos caixinhas com incríveis ilustrações do Leônidas da Silva, os ingressos com lindas ilustrações dos mundiais é algo realmente raro de se ver. As crianças estavam encantadas, precisávmos puxá-las para o próximo assunto, pois queriam consumir com os olhos, tudo ! Uma experiência única, viva e realmente muito rica para ver, experimentar e viver. Para minha surpresa … o Marcelo fez total diferença no passeio, foi juiz de duas partidas : a virtual- no começo – e ainda, de pebolim- no final do percurso. Ele deu respeito e muito mais emoção à disputa. Para as crianças valeu a experiência e saímos de lá com aquele sentimento único e democrático do que é o futebol, nesta hora não tem diferença de classe social ou raça, é mesmo pura paixão. * Drica Lobo é mãe e fotógrafa, idealizadora do Projeto Jardins da Infância, um guia singular para um tipo especial de educação.

Fonte: Bora.AI

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Um comentário

  1. Myronner

    04/15/2021 at 7:51 am

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