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Agentes que atuam em terminais fazem curso de excelência no atendimento

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Os agentes da mobilidade urbana da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) que trabalham em terminais de ônibus estão passando neste mês por um curso de excelência no atendimento aos munícipes. O objetivo é aprimorar a prestação dos serviços à população, por meio do desenvolvimento de competências comportamentais e técnicas. 

Iniciada nesta quinta-feira (02/12), a capacitação totaliza seis horas presenciais e é realizada na própria Emdec, na Sala de Treinamento, nos dias 2, 9, 10 e 17. São quatro turmas de 25 profissionais, incluindo líderes operacionais. 

“É fundamental sempre atender aos munícipes com eficiência”, destaca o secretário municipal de Transportes, Vinicius Riverete. “Esta atualização integra o projeto da Secretaria Municipal de Transportes e Emdec de valorização do transporte público, envolvendo aspectos como atendimento, limpeza e segurança”.  

Segundo o presidente da Emdec, Ayrton Camargo e Silva, a qualidade do serviço prestado pelos agentes está relacionada não apenas ao domínio das rotinas específicas, mas também às habilidades comportamentais. “Por isso, abordaremos no curso tanto seu papel estratégico na mobilidade urbana quanto questões de autoimagem, comunicação assertiva e empatia”, comenta Camargo. 

Neste primeiro dia, Ayrton falou sobre os padrões de atendimento nos ônibus e terminais: “O foco é o relacionamento. O usuário deve ter uma estrutura adequada, assentos, conveniências de recarga, informações, mas somos nós que proporcionamos esse acolhimento”. 

Para o presidente da Emdec, antes de ser funcionário, é preciso se ver como cidadão, colocando-se no lugar das pessoas: “Deve haver um ambiente de qualidade e respeito, em que o fator humano faça a diferença”. 

 

O treinamento possui os seguintes módulos: 

– Competências necessárias ao atendimento com excelência; 
– Emdec, uma empresa em defesa da vida; 
– A importância do transporte coletivo para a cidade; 
– Fiscalização do transporte público coletivo nos terminas de ônibus; 
– Procedimentos operacionais nos terminais de ônibus; 
– Segurança e zeladoria; 
– Definição dos papéis dos colaboradores que atuam nos terminais de ônibus; 
– Depoimentos de usuários do transporte público coletivo. 

A qualificação dos agentes é realizada pela Divisão de Desenvolvimento Institucional da Emdec, em parceria com a Divisão de Fiscalização e Operação. 

Campinas possui 15 terminais urbanos: Barão Geraldo, Campo Grande, Central, Iguatemi, Itajaí, Mercado I, Mercado II, Ouro Verde, Padre Anchieta, Shopping Dom Pedro, Vida Nova, Vila União e os terminais BRT Campo Grande, Santa Lúcia e Satélite Iris.

Fale Conosco 
Para sugestões, opiniões, dúvidas, elogios e/ou reclamações sobre os serviços prestados pela Setransp e Emdec nos terminais, no trânsito e transporte de Campinas, a população pode enviar mensagem pelo Fale Conosco, em www.emdec.com.br/faleconosco, ou utilizar o aplicativo “EMDEC”, disponível gratuitamente no Google Play e na App Store para os sistemas Android e iOS. 

Os canais de atendimento ao público da Emdec estão detalhados em Acesso à Informação/Fale Conosco. 

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Campinas confirma 2ª mulher com varíola dos macacos e totaliza 18 moradores infectados

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Varíola dos macacos tem mais de 1 mil casos em SP — Foto: JN

A Prefeitura de Campinas (SP) confirmou, nesta quinta-feira (4), mais dois casos de varíola dos macacos, o que elevou o total para 18. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, um homem e uma mulher apresentaram sintomas e receberam o diagnóstico. Trata-se da segunda mulher contaminada na metrópole.

“Os pacientes, 16 homens e duas mulheres, têm entre 23 e 50 anos. Seis deles saíram do isolamento. Os demais contam com acompanhamento ambulatorial, sem gravidade e com boa evolução”, informou a administração.

Dos 18 moradores infectados, 11 tiveram contato com o vírus monkeypox fora da cidade e sete contaminações foram autóctones (dentro de Campinas).

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o atendimento para os pacientes com suspeita da doença ocorre em todos os centros de saúde, prontos-socorros, pronto atendimentos e no Centro de Referência em IST, HIV/Aids e Hepatites Virais.

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Já o boletim desta quinta-feira (4) do governo estadual apontou que Indaiatuba e Paulínia seguem com dois casos, enquanto Vinhedo e Americana continuam com um infectado. Os outros 26 municípios da área de cobertura do g1 Campinas não possuem confirmações.

Em nota, a prefeitura de Vinhedo informou na tarde desta quarta que investiga um novo caso suspeito. Trata-se de uma moradora jovem que não tem histórico de viagem à Europa.

“O exame foi coletado nesta quinta-feira (4) pela Vigilância Epidemiológica, que aguarda o resultado para confirmar ou descartar a doença”, informou a prefeitura. A moradora foi colocada em isolamento.

Avanço exponencial em Campinas

A coceira da varíola dos macacos passa por diferentes estágios até a formação de lesões de pele — Foto: UKHSA

O 1º caso na metrópole foi divulgado em 15 de julho. Uma semana depois, o total subiu para 3. Os registros se tornaram mais frequentes desde então, e só na última semana mais nove pessoas pegaram a doença do vírus monkeypox. Veja a evolução no gráfico abaixo.

A principal forma de transmissão tem sido via contato sexual. Em entrevista ao g1 na quarta-feira (3), quando Campinas chegou a 16 casos, a infectologista da Unicamp Raquel Stucchi avaliou que houve uma falha na comunicação dos riscos aos grupos mais expostos.

“Continuaremos tendo ainda um crescimento exponencial porque falhamos muito na comunicação com os grupos que têm maior risco de exposição e adoecimento. Falhamos nas orientações para divulgar quem são esses grupos e o que eles devem fazer para diminuir o risco de adoecimento, o que eles devem fazer para não transmitir”.

“Ainda teremos um aumento importante do número de casos, que logo logo pode ser que não se restrinjam mais ao grupo que hoje representa mais de 90% dos casos, que são homens que fazem sexo com homens e bissexuais, completou.

Infectologista Raquel Stucchi, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, — Foto: Ricardo Lima

A médica Raquel Stucchi ainda ressaltou que o período de incubação desta doença é muito longo, de 5 a 21 dias.

“Pode ter pessoas que foram expostas há três semanas e agora estão apresentando os sintomas”.

Lesões e histórico sexual

A doença se apresenta com uma única lesão ou várias na pele, e o histórico sexual tem sido um dos critérios para o diagnóstico. Na maioria dos casos, as feridas aparecem na região genital e perianal – ao redor do ânus – nesses grupos de maior risco, segundo Raquel Stucchi.

“Neste momento, as lesões, particularmente, que aparecem em região genital ou perianal e que tenham possibilidade de exposição epidemiológica, contato sexual com pessoas desconhecidas, mesmo que de sexos diferentes, implicariam, sim, na investigação de monkeypox”.

Segundo o Ministério da Saúde, a exposição em contato íntimo com desconhecidos e/ou parceiros casuais é o primeiro item na lista de vínculos a serem investigados. O vírus pode ficar incubado por até 21 dias.

Como se dá a verificação de casos suspeitos

  • Paciente deve observar:
  • aparecimento súbito de erupção cutânea única ou múltipla, em qualquer parte do corpo;
  • pode ter ou não febre;
  • pode ter ou não crescimento dos gânglios (linfonodos);
  • apuração de vínculos: contato íntimo ou contato com sintomáticos de monkeypox ou histórico de viagem para país com casos positivos ou contato com pessoas que estiveram em país com infectados.
  • No atendimento médico:
  • procurar quando notar a lesão no corpo;
  • o profissional de saúde deve levantar a suspeita já na triagem;
  • paciente passa por avaliação médica;
  • colhe amostras para exame, enviado ao Instituto Adolfo Lutz em SP;
  • Vigilância Sanitária é comunicada;
  • apuração sobre contatos conhecidos do paciente;
  • paciente recebe orientações sobre isolamento e segue em acompanhamento.
  • Se for necessário, é internado em isolamento.

Além do contato sexual, o Ministério da Saúde informa sobre transmissão do vírus por meio de secreções respiratórias e objetos recentemente contaminados. O período de infecção só termina quando as lesões em forma de crostas desaparecem da pele, que volta a ficar íntegra.

Ainda não há previsão para vacinação contra a varíola dos macacos.

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Carro e ônibus batem de frente e três pessoas ficam feridas em Campinas

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Acidente entre carro e ônibus ocorreu no Jardim Londres, em Campinas — Foto: Maridalva Bellagama

Três pessoas ficaram feridas após um carro e um ônibus baterem de frente no bairro Jardim Londres, em Campinas (SP), na tarde desta quinta-feira (4).

O caso ocorreu por volta de 16h na Rua Olívio Antônio Castilheri. Até esta publicação, não havia informações sobre o estado de saúde das vítimas.

Segundo a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), o carro estava na contramão e bateu de frente com o ônibus do transporte coletivo.

Os condutores dos dois veículos e uma passageira do carro ficaram feridos. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a Polícia Militar (PM) atenderam a ocorrência.

Interdição

De acordo com a Emdec, a faixa da direita foi interditada para atendimento da ocorrência. O trecho seguia bloqueado até 17h30 desta quinta.

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Homem é esfaqueado na cabeça no centro de Campinas

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