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O Bosque dos Jequitibás é um dos patrimônios mais queridos de Campinas. Criado na década de 1880, o parque localizado na Região Central da cidade de Campinas, no bairro Bosque, é uma das maiores e mais antigas áreas de lazer da cidade, com aproximadamente 1 milhão de visitantes por ano.

Sua área tem aproximadamente 10 hectares, enquanto a área de reserva florestal nativa da Mata Atlântica é de 2,33 hectares, misturada a outros tipos de vegetação.
Até o final do século XIX toda a região onde hoje está o Bosque era chamada de “Campo das Caneleiras” e pertencia a Francisco Bueno de Miranda. Em 1880, ele resolveu tornar o lugar um ponto de recreio da população e pediu que o arquiteto Ramos de Azevedo fizesse o projeto, que deu ao local o conceito de jardim inglês, o que Azevedo já havia feito alguns anos antes no Jardim Público de Campinas, atual Centro de Convivência, acrescentando ao bosque um chalé, um restaurante, entre outras construções.

Em 1915, o Bosque foi adquirido pela Prefeitura e nas décadas seguintes, projetos paisagísticos e urbanísticos de Anhaia Mello e Prestes Maia aprimoraram o conceito do Bosque, inserindo-o no contexto de desenvolvimento vivido pela cidade de Campinas ao longo do século XX.

Tombamento

O Bosque dos Jequitibás foi tombado pelo Condephaat em 1970. Em 1993 o Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico e Cultural de Campinas (Condepacc) tombou sua área envoltória, proibindo a construção de edificações com mais de dois pavimentos, em um raio de 100m do área de lazer.
Em 1995 foi obtido o reconhecimento de seu minizoológico por parte do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama).

Escrito por:

Agência Anhanguera de Notícias

Fonte: RAC

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