Connect with us

Destaque

Campanha do Agasalho promovida pela Transurc em Campinas (SP) arrecada 27 mil peças e beneficia 48 entidades

Artigo

em

Foto: Divulgação/Transurc

Últimas entregas acontecem até a segunda semana de agosto

ARTHUR FERRARI

A Campanha do Agasalho promovida pela Transurc (Associação das Empresas de Transporte Urbano de Campinas) e pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas, que começou no dia 5 de maio de 2022, doou mais de 27 mil peças a 48 entidades diferentes. Os números bateram o recorde da campanha anterior, realizada em 2020, que arrecadou 21.346 peças e contemplou 37 entidades beneficentes da cidade.

Os postos de arrecadação foram o ônibus adesivado estacionado no Largo do Rosário, no Centro de Campinas (SP), e também os terminais de ônibus Central, Ouro Verde, Campo Grande, Mercado, Barão Geraldo, Vila União, Vida Nova, Padre Anchieta e Metropolitano, e a sede da Transurc. As garagens das concessionárias do transporte urbano de Campinas como, VB Transportes e Turismo, Itajaí Transportes Coletivos, Onicamp Transporte Coletivo, Expresso Campibus e Coletivos Pádova também participaram das arrecadações recolhendo donativos de seus colaboradores.

De acordo com a Transurc, durante toda a ação, uma equipe de colaboradores da associação fez a triagem das doações, de forma que as entidades pudessem receber sempre agasalhos em bom estado de conservação, para aquecer os necessitados.

Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing das duas entidades agradeceu. “A Transurc e o SetCamp agradecem a toda a população que ajudou para o sucesso da ação e também aos colaboradores que fizeram a triagem dos donativos. Nossa campanha, tradicional na cidade, contribui para aquecer diversas famílias em situação de vulnerabilidade social”.

Confira as entregas da campanha 2022:

1) Instituto Padre Haroldo – 603 peças;

2) Associação Evangélica Assistencial – 602 peças;

3) Patrulheiros de Campinas – 452 peças;

4) Centro Social Romília Maria – 490 peças;

5) Centro de Estudos Espíritas Nosso Lar – 584 peças;

6) Centro Espírita Allan Kardec Campinas – 603 peças;

7) Centro de Desenvolvimento Integral Bom Pastor – 600 peças;

8) Casa da Sopa – 451 peças; 2 cestas básicas;

9) Casa da Criança Vovô Nestor – 524 peças;

10) Lar Alice – 585 peças;

11) Casa da Criança Mei Mei – 635 peças;

12) Associação São João Vianney – 662 peças;

13) Paróquia Nossa Senhora Aparecida – 514 peças;

14) Casa de Jesus – Os Serareiros – 551 peças;

15) Casa da Criança Madre Anastácia – 537 peças;

16) Casa da criança Maria Luisa Hartzer – 519 peças;

17) Centro Comunitário Santa Lúcia – 522 peças;

18) Instituição Assistencial Dias da Cruz – 504 peças;

19) Associação Pestalozzi – 525 peças;

20) ADRA – Núcleo Campinas – 507 peças;

21) Cecompi – 512 peças;

22) Cepromm – 509 peças;

23) Grupo Na boa, doa! – 430 peças;

24) Afascom – 551 peças;

25) Paróquia São Jerônimo Emiliani – 531 peças;

26) Cáritas – 538 peças;

27) APA Solidária – 522 peças;

28) SOS Rua – 537 peças;

29) Lar de Idosas São Vicente de Paulo – 474 peças;

30) Casa de Maria de Nazaré (unidade Betel) – 528 peças;

31) Associação Esperança e Vida – 575 peças;

32) Centro Social Bertoni – 630 peças;

33) Casa de repouso Arca da Paz – 562 peças;

34) Lar dos Velhinhos de Campinas – 574 peças;

35) Amigos da Criança (Amic) – 550 peças;

36) Cidade dos Meninos – 576 peças;

37) Lar da Criança Feliz – 630 peças;

38) Hospital Sobrapar Crânio e Face – 578 peças;

39) Creche Bento Quirino – 600 peças;

40) Guardinha – 595 peças;

41) Cecoia – 562 peças;

42) Compaixão Aquece – 661 peças;

43) Instituto dos Cegos Trabalhadores – 652 peças;

Total entregue – 23.847 peças.

Restante da triagem: 3.315 peças que serão doadas para mais 5 entidades até a próxima semana, somando um total de 48 entidades contempladas.

Total arrecadado: 27.162 peças.

Arthur Ferrari, para o Diário do Transporte

Compartilhe a reportagem nas redes sociais:

Destaque

Semana termina com mais de 100 vagas de emprego em Cachoeiro; confira

Artigo

em

Por

Cachoeiro emprego Empresas
Foto: Rafaela Thompson

Advertisement

Advertisement

Se você mora em Cachoeiro de Itapemirim ou na região Sul e está à procura de emprego, essa é a sua chance de voltar ao mercado de trabalho. Empresas estão ofertando, nesta sexta-feira (12), 107 vagas de emprego, por meio do Sine Cachoeiro.

Continua depois da publicidade

As oportunidades de emprego são para diversos cargos e escolaridade e para cidades do Sul do ES. No entanto, é preciso fazer um cadastro para concorrê-las.

Quem tiver interesse pode se candidatar às vagas de emprego ainda hoje. Isso porque a Agência do Trabalhador funciona das 8h às 17h. O banco de empregos fica na rua Costa Pereira, n° 100, no bairro Sumaré. Antes da mudança, a agência ficava na Avenida Beira Rio.

De acordo com a agência, é necessário levar a carteira de trabalho, identidade, CPF, comprovante de escolaridade, comprovante de endereço com CEP, assim como certificados de cursos (caso tenha). Os documentos precisam ser originais e devem estar em bom estado.

Confira as vagas de emprego

Continua depois da publicidade

Empresas e o Sine Cachoeiro esperam por seu currículo. Se vocês tem um emprego à vista, inclua apenas as informações essenciais no seu currículo

Saber como fazer um curriculum vitae que seja objetivo, ou seja, que vá “direto ao ponto” e que atraia a atenção das empresas é fundamental para ser considerado para uma vaga em uma agência de empregos.

 Se há vagas, opte por um currículo sóbrio e entregue em uma agência de empregos

Os currículos devem, normalmente, utilizar o formato padrão e as fontes mais clássicas como Arial e Times New Roman na cor preta.

Advertisement

Quantas páginas meu currículo deve ter?

Continua depois da publicidade

Normalmente o mais recomendado é que seu currículo tenha entre uma e duas páginas, mas isso vai depender muito da vaga para a qual você está se candidatando.

Em que ordem cronológica é preciso colocar a experiência profissional?

Colocar as experiências profissionais na ordem cronológica inversa, ou seja, da mais recente para a mais antiga, é importante para facilitar a visualização por parte das Empresas.

A importância de saber como escrever um currículo de acordo com a vaga para a qual você está se candidatando

Ao invés de enviar um currículo padrão aos recrutadores, tente personalizá-lo ao máximo para a vaga pretendida.

Advertisement

O conteúdo do AQUINOTICIAS.COM é protegido pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não é permitida a sua reprodução total ou parcial sob pena de responder judicialmente nas formas da lei. Em caso de dúvidas, entre em contato: [email protected].

Continue lendo

Destaque

Campinas participa da vigília nacional em prol da democracia

Artigo

em

Por

Campinas teve na quinta-feira (11) duas manifestações populares em defesa da democracia, das eleições de outubro e de respeito aos resultados das urnas. Um dos atos foi realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com a leitura de duas cartas destacando a importância da preservação do estado democrático de direito, evento que se repetiu em 22 capitais brasileiras. Também ocorreu manifestação no Largo do Rosário, no Centro.

Apesar do frio no período da manhã, o Teatro de Arena da Unicamp, que tem capacidade para 800 pessoas, ficou tomado durante a leitura do “Manifesto da Unicamp pela Democracia” e da “Carta às Brasileiras e Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito!”, elaborada pela Faculdade de Direito da USP. A ação, que também foi transmitida pelo canal da instituição no YouTube, foi uma iniciativa conjunta da reitoria, da Associação dos Docentes da Unicamp (ADunicamp), do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) e da Associação Central de Pós-Graduação da Unicamp (APG).

O ato contou com a participação de professores, funcionários, alunos, cinco ex-reitores, políticos de Campinas e da região. A coordenadora-geral da Unicamp, Maria Luiza Moretti, representou o reitor Antonio José de Almeida Meirelles, que esteve em São Paulo participando da manifestação na USP. A cerimônia teve um forte peso político, com o público se manifestando durante os discursos em favor da democracia e das eleições.

Várias vezes foram repetidas a frase “Fora Bolsonaro”, referência ao presidente da República e candidato à reeleição, que tem atacado sistematicamente o processo eleitoral, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de defender o golpe militar de 1964 e insinuar repetidamente a possibilidade de uma nova ruptura institucional. Em algumas oportunidades foi gritada a frase “Lula lá”, menção ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também disputará o Palácio do Planalto em outubro.

Apesar dessas reações, poucas pessoas usavam camiseta ou outra peça com referência a candidatos ou partidos políticos. Além da democracia e eleição, a manifestação da Unicamp também defendeu o ensino público gratuito e a ciência.

Durante seus discursos, os ex-reitores da universidade lembraram outras oportunidades em que a instituição se posicionou a favor do estado democrático de direito e contra a ditadura militar, que durou de 1964 a 1985, e a intervenção que sofreu entre 1981 e 1982. 

A escolha da data de 11 de agosto para a realização da manifestação nas universidades se deve ao fato de ser nesse dia, em 1827, que o imperador D. Pedro I decretou a instalação de cursos jurídicos no Brasil. 

O manifesto da Unicamp foi lido pela professora Andréa Galvão, enquanto a carta da USP foi apresentada por Silvia Santiago, diretora-executiva de Direitos Humanos da Unicamp, e por Rodolfo Ilari, professor emérito da universidade. Na sequência, o público acompanhou a transmissão da leitura realizada na Faculdade de Direito da USP. 

A outra manifestação em favor da democracia foi realizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), sindicatos, partidos políticos, estudantes e entidades sociais no Largo do Rosário, reunindo cerca de 100 pessoas. Durante o ato, várias pessoas se pronunciaram a favor das eleições em outubro e do respeito aos resultados do pleito. Após os pronunciamentos, os manifestantes realizaram uma passeata pela Avenida Francisco Glicério até o Largo do Pará. Eles ocuparam duas fixas da via, o que deixou o trânsito lento. Não foi registrado qualquer incidente.

“Temos que apoiar toda e qualquer manifestação pela democracia. É essencial, principalmente neste momento em que é preciso reafirmar os princípios democráticos”.

José Henrique Rodrigues Torres, representante da Associação dos Juízes pela Democracia

“Esse é um momento histórico, um dia de orgulho de ser da Unicamp. Estamos vivendo um desmonte que vai além da democracia. Temos que ter responsabilidade e respeito pelas mulheres, LGBTs e negros. As pessoas devem ser valorizadas. Com responsabilidade, respeito e uma pitadinha de carinho, vamos derrotar os que se dizem democratas e não colaboram com a sociedade”.

Elisiene Lobo, representante do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU)

“A democracia está sendo atacada de forma acintosa, de uma forma que não foi nas últimas quatro décadas e por pessoas públicas, pela Presidência, que deveria defender a democracia. É uma defesa que deve ser estendida a todas as pessoas, independente da raça, gênero, orientação sexual e classe social. Todas as pessoas devem ser tratadas da mesma maneira”.

Paulo Cesar Centoducatte, presidente da Associação dos Docentes da Unicamp

“Este é um momento de luta em defesa da democracia. Nós precisamos nos alimentar desse momento, não é apenas uma carta. Precisamos assumir que, para que isso seja possível, muitas pessoas lutaram. Fora Bolsonaro! Viva a democracia!”

Renan Oliveira, representante da Associação Central de Pós-Graduação da Unicamp (APG)

“Este é um marco histórico, é o compromisso com a democracia. Isso nos faz dar as mãos em um momento em que temos que encarar o mal que nos espreita. É o mal que deprecia a democracia e seus princípios. Fora Bolsonaro”.

Carlos Vogt, reitor de 1990 a 1994

“A Unicamp sempre se posicionou na luta pela democracia e é essa história que temos que defender”.

José Martins Filho, reitor de 1994 a 1998

“É hora de tomar uma posição clara e decisiva em defesa do estado democrático de direito, liberdade, educação e ciência”

Fernando Ferreira Costa, reitor de 2009 a 2013

“Esse ato, sem dúvida nenhuma, se estabelece na história dessa universidade, que sempre se posicionou em favor da democracia, da liberdade. É uma instituição preocupada com o melhor para a sociedade brasileira. Sem democracia não há cidadania. A cidadania somente se cumpre com a educação”.

José Tadeu Jorge, reitor de 2005 a 2009 e de 2013 a 2017

“Esse é um momento importante, decisivo para o nosso país. Nós nos encontramos em um momento de insegurança, incerteza e pessimismo com o futuro. Parece incrível que nós tenhamos que nos reunir aqui pela democracia, que parecia algo tão solidificado”.

Marcelo Knobel, reitor de 2017 a 2021

“As universidades públicas paulistas estão juntas em defesa da democracia no país. Não podemos esquecer o que o passado nos ensinou, o que está nas escritas, nos livros. Infelizmente, o nosso regime militar inspirou a ditadura em vários países latino-americanos”.

Maria Luiza Moretti, coordenadora-geral a Unicamp

Assuntos Relacionados

Compartilhar

Continue lendo

Destaque

Campinas recebe recital gratuito com o violista Gabriel Marin

Artigo

em

Por

Neste sábado (13), o violista Gabriel Marin será o convidado da série Encontros do Conservatório Carlos Gomes, em Campinas. Apresentação com o músico começa a partir das 15h e será gratuita e aberta ao público em geral. 

Marin vai fazer um recital, além de dar uma aula aberta e conversar sobre a sua profissão e a versatilidade da viola na música. Natural de Piracicaba, ele foi aluno do conservatório, estudou na Dinamarca e participou do Verbier Festival & Academy, na Suíça. Hoje, ele é violista do Quarteto Carlos Gomes e da Orquestra Sinfônica da USP (Osusp). Também é fundador e idealizador do Encontro Campestre de Violas e professor de viola e coordenador de Música de Câmara no Instituto Baccarelli.

PROGRAME-SE

“Encontros do Conservatório Carlos Gomes”

Quando: sábado, (13/08) às 15h

Onde: Conservatório Carlos Gomes – R. José Freitas Amorim, 155, Jd. Santa Cândida

Assuntos Relacionados

Compartilhar

Continue lendo
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

TAGS

+ VISTOS