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Campinas confirma 2ª mulher com varíola dos macacos e totaliza 18 moradores infectados

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Varíola dos macacos tem mais de 1 mil casos em SP — Foto: JN

A Prefeitura de Campinas (SP) confirmou, nesta quinta-feira (4), mais dois casos de varíola dos macacos, o que elevou o total para 18. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, um homem e uma mulher apresentaram sintomas e receberam o diagnóstico. Trata-se da segunda mulher contaminada na metrópole.

“Os pacientes, 16 homens e duas mulheres, têm entre 23 e 50 anos. Seis deles saíram do isolamento. Os demais contam com acompanhamento ambulatorial, sem gravidade e com boa evolução”, informou a administração.

Dos 18 moradores infectados, 11 tiveram contato com o vírus monkeypox fora da cidade e sete contaminações foram autóctones (dentro de Campinas).

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o atendimento para os pacientes com suspeita da doença ocorre em todos os centros de saúde, prontos-socorros, pronto atendimentos e no Centro de Referência em IST, HIV/Aids e Hepatites Virais.

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Já o boletim desta quinta-feira (4) do governo estadual apontou que Indaiatuba e Paulínia seguem com dois casos, enquanto Vinhedo e Americana continuam com um infectado. Os outros 26 municípios da área de cobertura do g1 Campinas não possuem confirmações.

Em nota, a prefeitura de Vinhedo informou na tarde desta quarta que investiga um novo caso suspeito. Trata-se de uma moradora jovem que não tem histórico de viagem à Europa.

“O exame foi coletado nesta quinta-feira (4) pela Vigilância Epidemiológica, que aguarda o resultado para confirmar ou descartar a doença”, informou a prefeitura. A moradora foi colocada em isolamento.

Avanço exponencial em Campinas

A coceira da varíola dos macacos passa por diferentes estágios até a formação de lesões de pele — Foto: UKHSA

O 1º caso na metrópole foi divulgado em 15 de julho. Uma semana depois, o total subiu para 3. Os registros se tornaram mais frequentes desde então, e só na última semana mais nove pessoas pegaram a doença do vírus monkeypox. Veja a evolução no gráfico abaixo.

A principal forma de transmissão tem sido via contato sexual. Em entrevista ao g1 na quarta-feira (3), quando Campinas chegou a 16 casos, a infectologista da Unicamp Raquel Stucchi avaliou que houve uma falha na comunicação dos riscos aos grupos mais expostos.

“Continuaremos tendo ainda um crescimento exponencial porque falhamos muito na comunicação com os grupos que têm maior risco de exposição e adoecimento. Falhamos nas orientações para divulgar quem são esses grupos e o que eles devem fazer para diminuir o risco de adoecimento, o que eles devem fazer para não transmitir”.

“Ainda teremos um aumento importante do número de casos, que logo logo pode ser que não se restrinjam mais ao grupo que hoje representa mais de 90% dos casos, que são homens que fazem sexo com homens e bissexuais, completou.

Infectologista Raquel Stucchi, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, — Foto: Ricardo Lima

A médica Raquel Stucchi ainda ressaltou que o período de incubação desta doença é muito longo, de 5 a 21 dias.

“Pode ter pessoas que foram expostas há três semanas e agora estão apresentando os sintomas”.

Lesões e histórico sexual

A doença se apresenta com uma única lesão ou várias na pele, e o histórico sexual tem sido um dos critérios para o diagnóstico. Na maioria dos casos, as feridas aparecem na região genital e perianal – ao redor do ânus – nesses grupos de maior risco, segundo Raquel Stucchi.

“Neste momento, as lesões, particularmente, que aparecem em região genital ou perianal e que tenham possibilidade de exposição epidemiológica, contato sexual com pessoas desconhecidas, mesmo que de sexos diferentes, implicariam, sim, na investigação de monkeypox”.

Segundo o Ministério da Saúde, a exposição em contato íntimo com desconhecidos e/ou parceiros casuais é o primeiro item na lista de vínculos a serem investigados. O vírus pode ficar incubado por até 21 dias.

Como se dá a verificação de casos suspeitos

  • Paciente deve observar:
  • aparecimento súbito de erupção cutânea única ou múltipla, em qualquer parte do corpo;
  • pode ter ou não febre;
  • pode ter ou não crescimento dos gânglios (linfonodos);
  • apuração de vínculos: contato íntimo ou contato com sintomáticos de monkeypox ou histórico de viagem para país com casos positivos ou contato com pessoas que estiveram em país com infectados.
  • No atendimento médico:
  • procurar quando notar a lesão no corpo;
  • o profissional de saúde deve levantar a suspeita já na triagem;
  • paciente passa por avaliação médica;
  • colhe amostras para exame, enviado ao Instituto Adolfo Lutz em SP;
  • Vigilância Sanitária é comunicada;
  • apuração sobre contatos conhecidos do paciente;
  • paciente recebe orientações sobre isolamento e segue em acompanhamento.
  • Se for necessário, é internado em isolamento.

Além do contato sexual, o Ministério da Saúde informa sobre transmissão do vírus por meio de secreções respiratórias e objetos recentemente contaminados. O período de infecção só termina quando as lesões em forma de crostas desaparecem da pele, que volta a ficar íntegra.

Ainda não há previsão para vacinação contra a varíola dos macacos.

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Mulher é esfaqueada na perna e testa pelo ‘ex’ em Campinas

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Uma mulher de 50 anos foi esfaqueada na perna e testa, no começo da tarde de anteontem, no Jardim Novo Campos Elíseos, em Campinas. O principal suspeito do crime é o ex-companheiro da vítima, que ainda não foi localizado. A mulher foi socorrida pelo resgate do Corpo de Bombeiro ao Pronto Atendimento do São José em estado moderado e, depois, transferida para o Hospital do Ouro Verde.

O crime teria acontecido por volta das 13h30, na residência da vítima, que fica na Rua Michael Robert Kaan. De acordo com a polícia, a mulher mora em uma edícula nos fundos de um imóvel.

Vizinhos, no imóvel principal, teriam visto a vítima conversando no portão da casa com o ex-companheiro e, em seguida, ele teria ido até a casa dela. Pouco tempo depois, os vizinhos ouviram a vítima dizendo ao agressor que ele estaria louco.

Além de cortes na testa e pernas, a mulher ainda sofreu lesões na região abdominal e do tórax. Ainda, segundo a polícia, a mulher disse apenas que não se lembrava do nome do excompanheiro, por estar abalada, e que o relacionamento amoroso era recente.

O caso será investigado como tentativa de feminicídio pela 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). O celular da vítima foi apreendido e a Polícia Civil pediu exames ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal (IML).

Outro caso

No dia 28 do mês passado, a faxineira Ivani Carvalho de Souza , de 55 anos, foi morta com uma facada no peito durante uma discussão com o ex-companheiro, o pedreiro José Nilberto dos Santos, de 48 anos, que foi preso em flagrante. O agressor não aceitava o fim do relacionamento.

O crime ocorreu na casa dela, no bairro DIC 1, na região do distrito do Ouro Verde, em Campinas. Segundo os vizinhos, o ex-casal viveu junto por oito anos, entre idas e vindas. No entanto, ele era agressivo e possessivo, além de alcoólatra e usuário de entorpecentes.

No dia do crime, ela o expulsou de casa, jogando as roupas dele na rua. Após matar a vítima, o pedreiro foi até um quiosque e pediu para o dono ligar para a Polícia Militar. Apenas nos sete meses deste ano, Campinas registrou oito feminicídios, o dobro de vítimas quando comparado com igual período de 2021, que registraram quatro vítimas nos sete meses do ano (e cinco durante todo o ano).

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Multinacional de Campinas é condenada por assédio moral e discriminação

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O Ministério Público do Trabalho (MPT) conseguiu a condenação da multinacional Aperam Inox Serviços Brasil Ltda., empresa fabricante de produtos de aço inox com fábrica sediada em Campinas, por assédio moral e discriminação a trabalhadores vítimas de acidentes e doenças do trabalho. A sentença da 10ª Vara do Trabalho de Campinas determinou uma série de obrigações de fazer e não fazer, além do pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 200 mil. Cabe recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT-15).

Em nota, a empresa afirma que sempre se colocou à disposição para esclarecer as alegações ora acatadas pelo Ministério Público, demonstrando “tratarem-se de acusações levianas e que não refletem a realidade dos fatos”.

A decisão

De acordo com o MPT, foram impostas à empresa ré as seguintes obrigações: abster-se de cometer atos de assédio moral (xingamentos, pressão psicológica, ameaças, imposição de castigos e metas abusivas, etc), especialmente contra empregados reabilitados; elaborar programa permanente de prevenção ao assédio moral no ambiente de trabalho, prevendo uma série de iniciativas de diagnóstico, intervenção e treinamento; oferecer mediações em casos de conflito, com a garantia de sigilo; realizar palestras e atividades de conscientização com periodicidade mínima de 6 meses.

A empresa também precisa criar uma ouvidoria e canal de denúncia, garantindo a proteção e sigilo da identidade do denunciante, com a obrigação de divulgar o canal; acompanhar a conduta do assediador em caso de confirmação do assédio, instruindo-o a não mais praticar tal conduta e, se necessário, punindo-o; afixar comunicações informando sobre as medidas de prevenção ao assédio, bem como as obrigações impostas à empresa; implementar normas de conduta que garantam um meio ambiente de trabalho saudável e digno; e deixar de utilizar métodos de gestão que propiciem o assédio moral, como o estímulo à competição, a exposição pública de desempenho e a atribuição de tarefas vexatórias, bem como manter trabalhadores reabilitados em estado de ociosidade.

Caso descumpra a decisão, a empresa pagará multa de R$ 10 mil por item.

Inquérito

A ação civil pública foi ajuizada pela procuradora Carolina Marzola Hirata, após a instrução de inquérito civil que reuniu provas de que a empresa pratica assédio moral organizacional contra trabalhadores que se acidentaram ou contraíram doença ocupacional, aponta o MPT.

Segundo depoimentos registrados no inquérito, a empresa dificulta o retorno dos empregados reabilitados às suas atribuições funcionais. Foram relatados ao MPT casos em que a empresa oferecia acordos para que os trabalhadores renunciassem à estabilidade acidentária, imposta por lei, em troca de indenizações individuais.

“Os empregados que foram vítimas de acidentes ou doenças do trabalho eram expostos a situações vexatórias, deixados sem função por meses. Há relatos de xingamentos, tais como “vagabundo”, e de pressão psicológica para forçar um pedido de demissão por parte do trabalhador. Um empregado foi colocado em um arquivo morto com fezes e urina de rato, goteiras e sem mesa para o trabalho, obrigando-o a desempenhar suas funções no chão”, aponta o órgão.

Ainda de acordo com o MPT, a conduta da empresa também impedia a ascensão profissional de trabalhadores reabilitados, que se disseram estagnados na carreira pelo fato de sua condição de lesionados, mesmo tendo realizado cursos para se capacitarem para a execução de novas atividades dentro da fábrica.

“A destruição de oportunidades de emprego de trabalhadores que adoecem em razão do trabalho implica violação a direitos fundamentais consagrados constitucionalmente como o direito ao trabalho, à igualdade e, consequentemente, à não discriminação. A discriminação não só impede o trabalhador de sobreviver dignamente, mas também inviabiliza a sua realização como ser humano e como cidadão, já que é através do trabalho que ele adquire independência e pode exercer sua criatividade”, afirma a procuradora.

“Percebe-se que a reclamada dispensava tratamento discriminatório aos empregados que detinham restrição ao trabalho, em razão de redução da capacidade laboral, possivelmente com estabilidade no emprego decorrente da referida cláusula convencional. Tanto que os depoimentos acima colacionados demonstram intuito dos prepostos da reclamada no sentido de forçar os trabalhadores a pedir demissão”, escreveu na sentença a juíza Paula Araújo Oliveira Levy, complementando que, ao agir dessa forma, “a empresa deixa de cumprir com sua função social, com sua obrigação de redução de riscos inerentes ao trabalho […], ao contrário, gera um ambiente nocivo em que se propicia o surgimento e agravamento de doenças”.

A multinacional reiterou que não concorda com o desfecho.

“Quanto ao processo em questão, trata-se de decisão de primeira instância e para a qual ainda cabem diversos recursos judiciais, que serão oportunamente interpostos pela empresa a fim de que a verdade prevaleça, buscando a reversão da decisão nos termos desfavoráveis à Aperam”.

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