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Castro Mendes recebe B.r.U.s, espetáculo de percussão e sapateado

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Castro Mendes recebe B.r.U.s, espetáculo de percussão e sapateado

21/07/2021 – 15:02


O Teatro Castro Mendes recebe nesta sexta-feira, 23 de julho, e sábado, 24 de julho, às 19h, o espetáculo B.r.U.s., um show de percussão e tap dance (sapateado). A apresentação é gratuita, com capacidade para até 120 pessoas por noite, por conta da pandemia do Covid-19. Os ingressos devem ser retirados no local, com antecedência de 30 minutos. A TV Câmara também vai transmitir ao vivo. O evento tem apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. 

 

 

O público verá um espetáculo de uma hora de duração com  música é tocada ao vivo e por meio da dança o tempo todo. A bailarina, tap dancer (sapateadora) e instrumentista Chris Matallo toca sax tenor e sapateia simultaneamente, ao lado do ritmista norte-americano e tap dancer Jim Hamilton, que também toca pandeiro e sapateia.

 

 

 

“B.r.U.s. é um espetáculo completamente diferente e interdisciplinar, no qual quem dança toca e quem toca dança”, comenta Chris Matallo. Segundo ela, esse trabalho já esteve em turnê 2 anos consecutivos pela Europa e Estados Unidos e, será apresentado pela primeira vez em Campinas. “Estamos felizes e ansiosos para levar nosso maior tesouro, nossa arte com muito carinho para toda a cidade”. 

 

 

 

Chris Matallo é campineira e, desde 1993, pesquisa possibilidades da fusão entre movimento e som. Por meio deste processo, mistura as linguagens ao tocar sax tenor e sapatear simultaneamente. Formada em Dança pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), desenvolveu projetos multidisciplinares na universidade ao longo de dez anos, tornando-se pesquisadora do Núcleo Interdisciplinar de Comunicação Sonora.

 

 

 

Como coreógrafa, dirigiu e produziu shows internacionais. Como educadora, ministrou oficinas em todo o Brasil e diversos países. Como atriz e cantora, atuou no elenco de New York, New York – O Musical, dirigido por José Possi Neto, entre 2011 e 2013, e participou da turnê nacional.

 

 

 

Ocupou a cadeira de sapateado americano no departamento técnico de teatro musical do Sesi-SP em 2014 e 2015. Foi preparadora e supervisora de tap dance no musical Crazy for You no Brasil, dirigido por José Possi Neto e estrelado por Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello em 2014. Coreografou o musical Singing In the Rain em São Paulo, ganhando diversos prêmios em 2017.

 

 

 

Neste mesmo ano, foi convidada para coreografar House of Murals (Casa dos Murais), resultado de um processo de pesquisa de grafites, murais e comunidades, ao lado da sapateadora Corinne Karon e da Dra. Leslie Elkins no Departamento de Dança e Teatro da Rowan University em New Jersey, nos Estados Unidos.

 

 

 

É diretora artística e organizadora do Brasil International Tap Festival desde 1999 e criou e realizou durante seis anos o Sapateia São Paulo, em celebração ao Dia Internacional da Tap (25 de maio). Fez turnê pelo Brasil, Estados Unidos e Alemanha ao lado do baixista Gilberto de Syllos, com o espetáculo Da Corda pro Pé, que une contrabaixo acústico e elétrico com sapateado.

 

 

 

Jim Hamilton

 

Nasceu e cresceu em um estúdio de dança na Pensilvânia, nos Estados Unidos, junto aos pais, que eram bailarinos e sapateadores, entusiastas da arte corporal e percussiva.

 

 

Dirigiu Tension Rod, importante estúdio de gravação com diversos trabalhos como percussionista. Projetos envolvendo sua pesquisa incluem The Patch Ensemble, Trio Globo, The Prism Saxophone Quartet e The Pandeiro Repique Duo Mais. Tocou no Festival de Jazz de Montreal em 2002 e no Grammy Awards com Boyz II Men em 1995 e 96.

 

 

 

Percorreu a Europa e Japão com Ursula Rucker, Sound Sculptor e Tim Motzer, com quem gravou três álbuns. Tocou com artistas em diversos continentes e durante 25 anos se dedicou a pesquisar a cultura e ritmos no Brasil.

 

 

 

Sua pesquisa envolve os sons por meio do corpo, uma linguagem própria de fundir movimento e som, em sincronia entre dança e música. Performático, trabalha no cenário da música¸ dança e teatro, focando a percussão por meio dos pés e mãos.

 

 

O espetáculo B.r.U.s. conta com patrocínio da MB Engenharia. 

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SESI-SP vira para cima do Campinas e estreia com vitória fora de casa na Superliga

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Em reedição da semifinal do Paulista, o Vôlei Renata/Campinas recebeu o SESI-SP e não garantiu os três pontos na estreia da Superliga masculina 21/22. O atual campeão estadual teve dois match points no quarto set, mas viu o SESI reagir e levar o jogo ao tie-break. Mesmo com a derrota por 3 sets a 2 (25×23, 22×25, 25×23, 25×27 e 12×15), os donos da casa saíram de quadra com um ponto. O duelo foi realizado na noite deste sábado, no Ginásio do Taquaral, em Campinas, e contou com a presença parcial dos torcedores.

+ Sada Cruzeiro estreia com vitória na Superliga

  • Escalação Campinas: Cristiano, Lucão, Temponi, Adriano, Barreto, Evandro e Alê. Reservas: Félix, Anderson, Canuto, Sérgio, Lima, Judson e Carlos Arthur. Técnico: Marcos Pacheco.
  • Escalação SESI: Brasília, Vinícius, Guiga, Murilo, Éder, Darlan e Pureza. Reservas: Mateus, Nathan, Marcos, Thiery e Robert. Técnico: Anderson Rodrigues.

O JOGO

Apesar da ausência do levantador titular Gonzalez, o Campinas conseguiu manter o alto nível com o jovem Cristiano, que está há duas temporadas no clube, e começou o primeiro set bloqueando muito com o central Barreto. Do outro lado, o SESI-SP conseguiu quebrar a linha de passe adversária e assegurou o equilíbrio até a reta final, quando os campineiros abriram vantagem e fecharam em 25×23.

Na segunda parcial, a equipe comandada pelo técnico Marcos Pacheco passou a cometer erros bobos, principalmente no fundamento de saque. Os jogadores do SESI aproveitaram o momento ruim dos rivais e assumiram o controle do set. Ao conquistar uma diferença de três pontos, o elenco do ponteiro Murilo obrigou que Pacheco parasse a partida. Mesmo com a recuperação durante o saque do Lucão, Darlan garantiu o empate.

O terceiro set foi uma verdadeira incógnita, uma vez que ambos os clubes tiveram vantagem e passaram por períodos melhores. No momento decisivo, Guiga foi fundamental no fundo de quadra e permitiu o 19×16 ao SESI-SP, mas Darlan parou no bloqueio duas vezes consecutivas e Matheus Brasília ficou sem opção. Desta maneira, o Campinas aumentou sua confiança, anotou cinco pontos seguidos, virou para 21×19 e fez 2×1.

Superliga masculina SESI-SP Campinas estreia
Foto: Pedro Teixeira/Vôlei Renata

Os campineiros voltaram à quadra muito confiantes e não deram brechas ao SESI no início, que chegou a ficar cinco pontos em desvantagem (15×25). O treinador Anderson parou a partida e ajustou o elenco, o qual se recuperou e teve a chance de empatar no 22×22 com um contra-ataque. No 24×23 a favor do Vôlei Renata/Campinas, o bloqueio do SESI-SP funcionou e prolongou o jogo. O oposto Darlan garantiu a virada e a confirmação do quarto set com dois aces.

Parecia que o tie-break era do Campinas, já que os donos da casa iniciaram o tie-break muito bem e pareciam estáveis. Entretanto, Guiga e os companheiros não abaixaram a cabeça e foram em busca de mais uma virada. Darlan foi ao saque quando tudo estava igual no 11×11, porém, o atleta fez a diferença mais uma vez e deixou o SESI perto do triunfo. Na hora de definir, o levantador subiu bola para o bicampeão mundial Murilo, que anotou o 15º ponto da equipe no set decisivo.

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PRÓXIMA RODADA

No sábado (30), o Campinas tem pela frente o Sada/Cruzeiro, em jogo válido pela segunda rodada da Superliga masculina 21/22. A partida, prevista para as 19h, será realizada em Contagem, em Minas Gerais, e terá transmissão do SporTV. O SESI-SP receberá, no domingo (31), a equipe de Montes Claros/América Vôlei.

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Destaque

Campinas registra aumento em mortalidade por câncer de mama e especialista alerta para baixo índice de diagnóstico preco…

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Diagnóstico precoce é fundamental para tratamento de pacientes e redução de taxa de mortalidade, alerta especialista — Foto: Getty Images

A taxa de mortalidade por câncer de mama registrada em Campinas (SP) entre 2019 e 2020 foi de 18,5 a cada 100 mil mulheres, de acordo com dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM-Campinas). O índice, que evidencia um aumento na quantidade de óbitos pela doença na metrópole após anos de queda – veja no gráfico abaixo -, está relacionado à baixa cobertura de exames feitos para diagnosticar a enfermidade, segundo a coordenadora da área da mulher em Campinas.

A cidade registrava queda nos indicadores de mortalidade desde o triênio de 2009 a 2011. Entre 2015 e 2017, houve o menor número de mortes da série histórica, de 15,2. Com o último dado, de 2019 a 2020, a metrópole volta ao mesmo patamar de 2000 a 2002, quando o número registrado também foi de 18,5.

“Um fator principal para este aumento é que as mulheres têm procurado menos o diagnóstico precoce. Em Campinas, a cobertura de exames para detectar a doença nas moradoras de 50 a 69 anos deveria ser de, pelo menos, 80%. Em 2019, ano do último índice que temos, a porcentagem estava em 26%“, diz a coordenadora da área da mulher, Miriam Nobrega.

A especialista explica que o câncer de mama é uma doença ligada à modernidade. Com as mulheres incorporando o trabalho e outras atividades ao estilo de vida, dentro de uma rotina cada vez mais acelerada, a ida até locais que ofertam exames para o diagnóstico tende a ser cada vez menos priorizada.

“O alerta que fazemos é que isso não pode ocorrer. Quanto mais cedo a gente descobre [o câncer de mama], mais cedo a gente começa o tratamento e maior é a chance de cura, pois temos lesões menores, que precisam de cirurgias menos invasivas”, alerta Miriam.

Veja histórico da mortalidade por câncer de mama em Campinas
Dados apontam mortes ocorridas a cada 100 mil mulheres
Fonte: Sistema de Informação de Mortalidade (SIM-Campinas)

Pandemia: impactos recentes e futuros

Além da falta da prioridade do exame para detectar o câncer de mama na rotina de parte das mulheres, a pandemia também impactou na procura e oferta de atendimento preventivo. Na avaliação de Miriam, este cenário deve gerar um aumento maior na taxa de mortalidade.

Se as mulheres passaram a evitar saídas para prevenir o contágio pelo coronavírus, há, ainda, o fato de que as vagas para exames de diagnóstico sofreram redução e, em alguns períodos, chegaram a ficar suspensas na metrópole, conforme lembra a especialista.

“Em março de 2020, Campinas ainda ofertava todas as vagas disponíveis, mas veja bem, elas já não eram todas preenchidas, havia falta de procura. Em abril, com a pandemia, essas vagas já foram reduzidas a 20% do total. Em maio, o atendimento teve de ser zerado. Nós voltamos com o atendimento preventivo em agosto de 2020, apenas”, se recorda Miriam.

Na metrópole, o exame para diagnóstico do câncer de mama é ofertado no Hospital do Amor, por meio de duas carretas móveis e na PUC-Campinas. Neste último local, especificamente, a oferta em razão da pandemia foi retomada apenas em dezembro do ano passado.

“A pandemia prejudicou diretamente a saúde das mulheres se nós pensarmos pelo viés do câncer de mama. Os profissionais de saúde tiveram de priorizar esses atendimentos e, quando falamos da redução de vagas ocorrida, foi justamente porque as unidades passaram a ter de manter os pacientes distantes uns dos outros”, pontua Miriam.

A especialista ressalta que o atendimento no período foi suspenso apenas para exames preventivos. As mulheres que já apresentavam lesões nas mamas foram encaminhadas ao tratamento.

Com o período sem oferta de atendimento voltado à prevenção, a coordenadora salienta que muitas mulheres têm chegado às consultas, recentemente, com quadro mais avançado da doença.

“Certamente, essa situação vai impactar diretamente na taxa de mortalidade por câncer de mama em Campinas. Isso ainda não está refletido nos dados que temos até o momento, mas deve aparecer em até cinco anos”, lamenta.

A coordenadora da área da mulher em Campinas, Miriam Nobrega — Foto: Reprodução/EPTV

Perfil, diagnóstico e tratamento

Um levantamento do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) aponta o perfil da mulher diagnosticada com câncer de mama em Campinas. Os dados são referentes ao período de 2010 a 2016, já que as doenças crônicas têm pesquisas feitas em intervalos maiores de tempo.

A incidência média anual de novos casos de câncer de mama na metrópole é de 73,6 a cada 100 mil mulheres. A idade média da paciente diagnosticada com a doença é 60 anos, e 17,4% delas moram na região Leste da metrópole.

O câncer nas mamas é o mais comum entre as campineiras, representando 30% do total de lesões. A enfermidade neste local do corpo é também a que mais mata pessoas do gênero feminino, totalizando 17% dos óbitos.

Veja tipos de câncer maligno que mais matam mulheres em Campinas
Lesões na mama representam 17% das mortes
Fonte: Registro de Câncer de Base Populacional de Campinas (RCBP-Campinas)

O diagnóstico precoce é feito através do rastreamento com a mamografia ou pela investigação de um nódulo suspeito. No caso das mulheres de 40 a 49 anos, o exame deve ser feito anualmente, enquanto que as moradoras de 50 a 69 anos devem procurar atendimento a cada dois anos, segundo Miriam.

A confirmação do câncer de mama só é feita através da biópsia, que é a retirada de um fragmento do tumor. O tratamento depende do estadiamento da doença e do tipo de tumor identificado.

“O recado que fica é para que as mulheres procurem as unidades de saúde dentro do período indicado. Que elas não tenham medo nem de fazer o exame, nem do resultado. Se o resultado não for o que a gente [paciente e especialistas] queremos, a gente vai ofertar uma equipe inteira para ela, formada por técnicos, médicos, enfermeiros e apoio”, finaliza Miriam.

Câncer de mama e mulheres negras

Existe uma tendência de aumento na taxa de mortalidade por câncer de mama entre mulheres negras e pardas. É o que aponta um estudo feito pelo Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) entre 2000 e 2007.

Apesar das mulheres negras e pardas sofrerem, frequentemente, com tumores mais agressivos por conta de questões genéticas, a inclinação à maior taxa de mortes é fomentada por uma disparidade no acesso às políticas de diagnóstico e tratamento da doença.

“Já foi demonstrado que as mulheres pretas são diagnosticadas com tumores mais avançados. O sistema de saúde não está acolhendo corretamente as mulheres sintomáticas para realizar o diagnóstico precoce. […] Mesmo quando são diagnosticadas, as mulheres pretas percorrem um caminho maior e mais penoso do que as brancas para iniciar o tratamento, seja no sistema público ou privado”, explica a professora Diama Vale, autora principal do estudo.

Para a estudiosa, o racismo estrutural pode dificultar o acesso aos serviços de saúde e comprometer a qualidade do atendimento. Dentre os fatores para esta situação, Diama cita o analfabetismo, baixa renda, menor uso de serviços de saúde e dependência maior do sistema. Outras questões são o uso frequente de medicamentos e o homicídio.

“Além de imoral, tais desigualdades geram um custo importante para a sociedade, pois cuidar de câncer é uma atividade muito complexa”, lamenta.

Para procurar a prevenção

Ao longo do mês, em razão do Outubro Rosa – campanha que alerta sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama -, a Prefeitura de Campinas disponibiliza exames de mamografia gratuitos em diversos pontos da cidade. Os locais são:

Centro de Saúde Tancredo Neves

  • 23 de outubro
  • Horário: das 8h às 12h

Cras Campo Belo

  • 25 de outubro
  • Horário: das 13h às 17h
  • 26 a 29 de outubro
  • Horário: das 7h às 17h
  • 30 de outubro
  • Horário: das 8h às 12h

Shopping Parque das Bandeiras

  • 26 de outubro a 5 de novembro
  • De segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, e sábado, das 8h às 12h

Praça da Juventude DIC V

  • 19 a 30 de outubro
  • De segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e sábado, das 8h às 12h

Hospital Santa Tereza

  • 04 a 29 de outubro
  • Toda segunda de manhã quarta-feira à tarde

Durante o atendimento, a mulher precisa apresentar CPF e RG, comprovante de residência e o cartão nacional do Sistema Único de Saúde (SUS).

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Destaque

Alunos do Senac Campinas criam brechó solidário para pessoas em vulnerabilidade; veja como doar

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Alunos do Senac Campinas criam brechó solidário a partir do dia 25 de outubro — Foto: Ely Venâncio/EPTV

Alunos curso técnico em administração do Senac, em Campinas (SP), organizaram um brechó solidário para pessoas em vulnerabilidade social. Os interessados podem realizar as doações a partir desta segunda-feira (25) até o dia 8 de dezembro.

As doações são autorizadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. O brechó será realizado de 13 a 17 de dezembro na sede do Senac Campinas.

Todas as doações devem ser entregues na unidade em uma das caixas disponíveis. Na lista de itens que podem ser doados, estão roupas, sapatos e acessórios.

A ideia da organização do brechó surgiu de um dos professores da instituição. De acordo com a organização, todo material doado vai passar por triagem e por reparo antes de ser entregue às pessoas.

A organização ainda reforça que durante todo o processo as medidas de combate à Covid-19 devem ser mantidas.

  • Local: Senac Campinas.
  • Hora: das 8h às 17h.
  • Endereço: Rua Sacramento, número 490, Centro, Campinas.

VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e Região

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