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Covid-19: Campinas abre agendamento para aplicar dose de reforço em vacinados com Janssen

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Vacinas da Janssen — Foto: Adrià Crehuet Cano/Unsplash

Campinas (SP) abriu, nesta sexta-feira (3), o agendamento para aplicação da dose de reforço em vacinados com o imunizante da Janssen contra a Covid-19. De acordo com a Secretaria de Saúde, pelo menos 31,7 mil moradores receberam a vacina da fabricante Johnson&Johnson na metrópole.

A prefeitura totaliza 65.783 vagas disponíveis no sistema, também aberto para quem já recebeu a segunda dose de vacina da Coronavac, Pfizer ou Astrazeneca há pelo menos quatro meses.

A escolha do dia, horário e local de imunização ocorre por meio do site. Conforme explica a Saúde, ao acessar o endereço eletrônico, o morador deve entrar na página destinada às vagas para dose adicional. A partir disso, o sistema vai identificar que a pessoa foi imunizada com a Janssen e direcionar para a marcação.

A dose de reforço será aplicada nas pessoas que receberam a primeira, há pelo menos, dois meses, e em quem tem alto grau de imunossupressão e foi vacinado há 28 dias.

A Secretaria de Saúde vai usar o imunizante da Pfizer, preferencialmente, ou de outra vacina disponível nos postos. Atualmente, Campinas não possui estoque de Janssen.

Como a vacina desta fabricante é de dose única, o reforço significará a segunda dose aplicada nos moradores.

A capital do estado iniciou na terça-feira (30) a aplicação da Pfizer como dose de reforço para quem recebeu Janssen. A Prefeitura de SP afirma que tomou a decisão de vacinar com a Pfizer porque o Ministério da Saúde não entregou doses da Janssen e pela ameaça da nova variante do coronavírus.

Orientação do Ministério da Saúde

O documento não trata do chamado “esquema vacinal”, que é a regra de uso do produto conforme aprovado pela Anvisa.

No caso da Janssen, uma pessoa está “completamente vacinada” com a dose única. Entretanto, a nota técnica cita estudos que apontam queda na proteção e indicam necessidade de nova aplicação.

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AGENTE DE VENDAS – CAMPINAS/SP

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Incêndio atinge terreno perto de condomínio e afeta trânsito na Rodovia Anhanguera, em Campinas

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Incêndio atinge sobras de madeira e folhagens perto de condomínio em Campinas

Incêndio atinge sobras de madeira e folhagens perto de condomínio em Campinas

Um incêndio chamou a atenção na noite deste sábado (6) perto de um condomínio de apartamentos e também próximo da Rodovia Anhanguera (SP-330), em Campinas (SP).

Uma faixa da rodovia precisou ser interditada na altura do Jardim Pacaembu. Houve congestionamento no trânsito no sentido interior, na pista marginal.

Incêndio em vegetação afeta trânsito na Rodovia Anhanguera, em Campinas — Foto: Johnny Inselsperger/EPTV

O fogo estava em um terreno que continha sobras de madeira e folhagens secas, que contribuíram para o aumento das chamas. Elas alcançaram a vegetação no canteiro lateral da rodovia.

O Corpo de Bombeiros e funcionários da concessionária Autoban, que administra a rodovia, trabalharam no combate ao incêndio.

A EPTV, afiliada da TV Globo, apurou que o fogo teria começado no clube de um condomínio, e depois se alastrado. Não há risco para os moradores.

Incêndio atinge área com madeira e folhas secas em Campinas, perto de condomínio residencial — Foto: Johnny Inselsperger/EPTV

VÍDEOS: Confira outros destaques da região

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Varíola dos macacos: 78% dos casos de Campinas tiveram ato sexual como provável forma de infecção; entenda doença e saib…

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Prefeitura de Campinas lança arte para indicar formas de transmissão da varíola dos macacos — Foto: Devisa Campinas

Pela primeira vez, a Secretaria de Saúde de Campinas (SP) divulgou dados detalhados sobre os 20 casos de varíola dos macacos registrados na cidade. A partir deles e do que se sabe sobre a doença no mundo, a pasta também orientou a população sobre a forma de prevenção e quais são os sintomas mais recorrentes.

As informações foram comunicadas em uma live na tarde desta sexta-feira (5), data em que a cidade teve mais duas confirmações da doença. Segundo a investigação do Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa), 78% dos casos tiveram a relação sexual como possível fonte de transmissão.

O departamento alerta, no entanto, que a contaminação não ocorre exclusivamente por ato sexual e a doença sequer é classificada com Infecção Sexualmente Transmissível (IST). Portanto, o uso de preservativo (camisinha) não é um método eficaz de prevenção.

Modo provável de transmissão dos casos de monkeypox em Campinas
Investigação foi feita pelo Devisa
Fonte: Prefeitura de Campinas

Isso porque a transmissão ocorre principalmente por meio do contato com as lesões na pele que a varíola dos macacos gera. Além disso, há a chance de contaminação por gotículas e até objetos.

“Qualquer pessoa com contato íntimo com alguém com ferida na pele pode ter a doença. Lembrar que objetos contaminados, roupas, toalha e lençol de pessoas contaminadas também pode ser um jeito de transmissão”, explicou a diretora do Devisa, Andrea von Zuben.

“O contato sexual aumenta a exposição com as feridas, porque vai ter o ato sexual e fica muito próximo, e gotícula por beijo e outros tipos”, completou.

Nesta reportagem você também vai saber:

1. Preocupação

Andrea von Zuben afirmou que o crescimento do número de casos está “bastante rápido”, o que gera a necessidade de atenção. Apesar do avanço, as mortes não acompanham a alta de casos. No Brasil, uma pessoa morreu em decorrência da doença.

“No primeiro momento a gente estava achando que seria uma doença mais autolimitada. Já tinha havido surtos em outros lugares do mundo que não só na África, que é endêmica, mas nunca com essa característica explosiva. Isso está chamando bastante a nossa atenção”.

Segundo a diretora, o vírus que circula no Brasil é o mesmo da região da Nigéria, o que é positivo porque ele é menos letal. No entanto, pode ser mais transmissivo porque os sintomas são menos proeminentes.

“Qual o problema de doenças que começam a transmitir muito? Quanto maior a transmissão, maior a chance de encontrar alguém com características biológicas que façam gravidade e óbito”.

Sintomas informados por moradores de Campinas infectados pela varíola dos macacos — Foto: Devisa Campinas

2. O que é a doença?

A varíola dos macacos é causada por um vírus de DNA, o que o diferencia do Sars-CoV-2, da Covid-19, que é de RNA. Essa característica indica que o monkeypox é menos mutante que o Sars-CoV-2.

“Não dá tanta variante. Aquela coisa de que vai ter uma onda por uma nova variante, como é o Sars-CoV-2. Esse [monkeypox] é um vírus mais estável”, explica von Zuben.

Além disso, é um vírus parecido, mas não igual ao da varíola tradicional, erradicada em 1980 no mundo.

Andrea pontua que a doença não é nova, pois já havia relatos na região do Congo e Nigéria. Em 2003, houve um surto importante nos Estados Unidos.

“A única diferença é que os surtos se limitavam aos contatos domiciliares, bem íntimos. Dessa vez a característica está bem diferente”.

3. Faixa etária e gênero mais afetado?

Dos 20 moradores de Campinas contaminados, 18 são homens e há duas mulheres – uma delas grávida. A grande maioria tem entre 30 e 39 anos.

Faixa etária dos casos confirmados de monkeypox em Campinas
Predominância é de homens com idade entre 30 e 39 anos
Fonte: Prefeitura de Campinas

A diretora do Devisa é cuidadosa ao informar que, neste momento, a maior parte dos infectados é homem que se relaciona com outro homem. Isso porque a infecção se dá pelo contato íntimo com pessoas contaminadas.

“Hoje, neste momento epidemiológico, ela está se caracterizando por pessoas que relatam principalmente, de 95% a 98%, homens que relatam ter sexo com outros homens e múltiplas parcerias. [Mas] Não é uma doença somente com este público, pelo contrário”.

Como o vírus não escolhe gênero ou orientação sexual, há contaminação de mulheres e crianças.

4. Macaco não transmite

“Não tem nada a ver com macaco. Quando a gente viveu a febre amarela aqui em Campinas, teve muita história de gente com medo de macaco e até matando macaco. E de novo o macaco aparece aqui porque foi relatado. É um primata não humano, é tão vítima quanto a gente, tem os mesmos sintomas”.

Em 1958, o vírus foi achado em macacos criados em cativeiro. O macaco nem é o hospedeiro ou reservatório.

5. Mamíferos podem ter a doença

Diretora do Devisa, Andrea afirma que os moradores infectados devem manter isolamento inclusive de mamíferos, como cães e gatos, pois pode haver transmissão.

Os infectados transmitem a doença até que as lesões fiquem totalmente cicatrizadas. “Ela precisa ficar isolada por 21 dias inclusive de animais, porque quaisquer mamíferos podem ter a doença”, informou.

6. Como saber se estou com monkeypox?

Locais de lesão de casos confirmados em Campinas de varíola dos macacos — Foto: Devisa Campinas

Os moradores com sintomas da doença devem se isolar e procurar os serviços de saúde. O diagnóstico é feito pelas redes pública e privada.

O exame é colhido e encaminhado ao Instituto Adolfo Lutz, mas é a partir dos sintomas que os pacientes devem se isolar até a chegada do laudo.

7. Como se prevenir?

  • Evitar contato direto com lesões características
  • Lavar com frequência as mãos e usar álcool em gel
  • Limpar com frequência as superfícies de alto contato
  • Usar máscara em locais com aglomerações
  • Evitar contatos físicos (pele a pele) em ambientes com aglomeração
  • Mantenha-se informado sobre a doença com fontes confiáveis
  • Cuidado ao manipular roupas, lençóis e toalhas

Andrea von Zuben, diretora do Devisa de Campinas — Foto: Reprodução/Facebook

Grávida com varíola

Coordenadora do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde, Valéria Almeida informou que a mulher tem 37 anos e já passou da fase de transmissibilidade. A vigilância também acompanha o estado de saúde do bebê.

Valéria completou que a transmissão dela deve ter ocorrido por contato direto com lesões, sem ato sexual. Não houve necessidade de internação da mulher, completou a coordenadora.

Casos na região

Subiu para 29 o número de casos de varíola dos macacos na região de Campinas. O boletim da Secretaria de Estado da Saúde desta sexta-feira (5) aponta mais dois registros de infectados na metrópole, que soma 20, e outras três cidades entraram para a lista: Hortolândia, Amparo e Jaguariúna.

A principal forma de transmissão tem sido via contato íntimo e sexual. O período de incubação desta doença varia de 5 a 21 dias.

“O atual surto não tem a participação de macacos na transmissão para seres humanos. O vírus da Monkeypox, que faz parte da mesma família da varíola, é transmitido entre pessoas e o atual surto tem prevalência de transmissão de contato íntimo e sexual”, disse a Saúde de SP, em nota.

No estado, o total chega a 1.404 casos positivos da doença nesta sexta, que se manifesta por lesões na pele, podendo estar associadas a febre e gânglios inflamados.

Casos de varíola dos macacos estão em 8 cidades da região

  • Campinas: 20
  • Indaiatuba: 2
  • Paulínia: 2
  • Americana: 1
  • Hortolândia: 1
  • Vinhedo: 1
  • Amparo: 1
  • Jaguariúna: 1

VÍDEOS: destaques da região de Campinas

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