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Em Campinas, agentes cumprem 4 mandados em ação contra tráfico de drogas

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Ao menos 15 pessoas foram presas até o meio-dia desta quarta-feira (3), durante operação “Última Instância”, deflagrada pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic), de Sorocaba, no combate a uma organização criminosa que atua no tráfico de drogas nacional e internacional, envolvendo execuções nos tribunais do crime. 

Foram expedidos 65 mandados de busca e apreensão e 25 de prisões preventivas. Os alvos foram as cidades de Sorocaba, Araçoiaba da Serra, Campinas, Santos, Praia Grande, Francisco Morato, Cotia, São Bernardo, São Caetano, Santo André, Mauá, Guarulhos, Arujá, além das regiões Norte, Sul e Leste da capital. 

Em Campinas, agentes da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e do Grupo de Operações Especiais (GOE), ligados a Deic, cumpriram quatro mandados de busca e apreensão na região central da cidade e no Jd. das Bandeiras, mas nada foi localizado. Um dos alvos no município é apontado como “juiz” executor em um tribunal do crime. 

De acordo com a Polícia Civil, a organização criminosa conta com diversos membros espalhados por todo o país, que atuam em três núcleos, cujas atribuições e responsabilidades representavam níveis hierárquicos distintos. 

Em um primeiro momento, os policiais identificaram dois desses núcleos, com forte atuação no município de Sorocaba e região. Na sequência, descobriram os grupos que são encarregados de julgar as ações e rumos da facção, neste caso, os juízes do crime. 

As investigações, que se estendem também a Ibiúna, duraram aproximadamente dois anos e apontaram que dos três núcleos da quadrilha, dois funcionavam em Sorocaba. Por isso, a cidade seria a sede da atividade ilegal. Ainda conforme a polícia, a quadrilha traficava para várias cidades do estado e exterior.

Entre os presos na operação, alguns foram apontados como integrantes do alto escalão da organização criminosa. Eles foram levados à sede da Deic e devem passar por audiência de custódia.

A ação resultou em prisões em Santos, Grande São Paulo e em Arujá, onde os agentes apreenderam aproximadamente 60 quilos de drogas e cerca de R$ 60 mil. 

No litoral paulista, um homem de 33 anos foi preso, suspeito de ser o responsável por decidir as punições para as pessoas que descumpriam as regras da organização.

Em Santo André, os policiais localizaram em um imóvel, um fuzil e quatro pistolas 9mm, além de munições. O dono da propriedade foi preso. Também foram apreendidos na operação celulares e documentos que possam ajudar nas investigações. Todo o material passará por perícia. 

De acordo com a Deic de Sorocaba, mais de 330 policiais participam da operação, que contou com o auxílio de helicópteros, drones e mais de 110 viaturas.

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Semana termina com mais de 100 vagas de emprego em Cachoeiro; confira

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Cachoeiro emprego Empresas
Foto: Rafaela Thompson

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Se você mora em Cachoeiro de Itapemirim ou na região Sul e está à procura de emprego, essa é a sua chance de voltar ao mercado de trabalho. Empresas estão ofertando, nesta sexta-feira (12), 107 vagas de emprego, por meio do Sine Cachoeiro.

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As oportunidades de emprego são para diversos cargos e escolaridade e para cidades do Sul do ES. No entanto, é preciso fazer um cadastro para concorrê-las.

Quem tiver interesse pode se candidatar às vagas de emprego ainda hoje. Isso porque a Agência do Trabalhador funciona das 8h às 17h. O banco de empregos fica na rua Costa Pereira, n° 100, no bairro Sumaré. Antes da mudança, a agência ficava na Avenida Beira Rio.

De acordo com a agência, é necessário levar a carteira de trabalho, identidade, CPF, comprovante de escolaridade, comprovante de endereço com CEP, assim como certificados de cursos (caso tenha). Os documentos precisam ser originais e devem estar em bom estado.

Confira as vagas de emprego

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Empresas e o Sine Cachoeiro esperam por seu currículo. Se vocês tem um emprego à vista, inclua apenas as informações essenciais no seu currículo

Saber como fazer um curriculum vitae que seja objetivo, ou seja, que vá “direto ao ponto” e que atraia a atenção das empresas é fundamental para ser considerado para uma vaga em uma agência de empregos.

 Se há vagas, opte por um currículo sóbrio e entregue em uma agência de empregos

Os currículos devem, normalmente, utilizar o formato padrão e as fontes mais clássicas como Arial e Times New Roman na cor preta.

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Quantas páginas meu currículo deve ter?

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Normalmente o mais recomendado é que seu currículo tenha entre uma e duas páginas, mas isso vai depender muito da vaga para a qual você está se candidatando.

Em que ordem cronológica é preciso colocar a experiência profissional?

Colocar as experiências profissionais na ordem cronológica inversa, ou seja, da mais recente para a mais antiga, é importante para facilitar a visualização por parte das Empresas.

A importância de saber como escrever um currículo de acordo com a vaga para a qual você está se candidatando

Ao invés de enviar um currículo padrão aos recrutadores, tente personalizá-lo ao máximo para a vaga pretendida.

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Campinas participa da vigília nacional em prol da democracia

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Campinas teve na quinta-feira (11) duas manifestações populares em defesa da democracia, das eleições de outubro e de respeito aos resultados das urnas. Um dos atos foi realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com a leitura de duas cartas destacando a importância da preservação do estado democrático de direito, evento que se repetiu em 22 capitais brasileiras. Também ocorreu manifestação no Largo do Rosário, no Centro.

Apesar do frio no período da manhã, o Teatro de Arena da Unicamp, que tem capacidade para 800 pessoas, ficou tomado durante a leitura do “Manifesto da Unicamp pela Democracia” e da “Carta às Brasileiras e Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito!”, elaborada pela Faculdade de Direito da USP. A ação, que também foi transmitida pelo canal da instituição no YouTube, foi uma iniciativa conjunta da reitoria, da Associação dos Docentes da Unicamp (ADunicamp), do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) e da Associação Central de Pós-Graduação da Unicamp (APG).

O ato contou com a participação de professores, funcionários, alunos, cinco ex-reitores, políticos de Campinas e da região. A coordenadora-geral da Unicamp, Maria Luiza Moretti, representou o reitor Antonio José de Almeida Meirelles, que esteve em São Paulo participando da manifestação na USP. A cerimônia teve um forte peso político, com o público se manifestando durante os discursos em favor da democracia e das eleições.

Várias vezes foram repetidas a frase “Fora Bolsonaro”, referência ao presidente da República e candidato à reeleição, que tem atacado sistematicamente o processo eleitoral, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de defender o golpe militar de 1964 e insinuar repetidamente a possibilidade de uma nova ruptura institucional. Em algumas oportunidades foi gritada a frase “Lula lá”, menção ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que também disputará o Palácio do Planalto em outubro.

Apesar dessas reações, poucas pessoas usavam camiseta ou outra peça com referência a candidatos ou partidos políticos. Além da democracia e eleição, a manifestação da Unicamp também defendeu o ensino público gratuito e a ciência.

Durante seus discursos, os ex-reitores da universidade lembraram outras oportunidades em que a instituição se posicionou a favor do estado democrático de direito e contra a ditadura militar, que durou de 1964 a 1985, e a intervenção que sofreu entre 1981 e 1982. 

A escolha da data de 11 de agosto para a realização da manifestação nas universidades se deve ao fato de ser nesse dia, em 1827, que o imperador D. Pedro I decretou a instalação de cursos jurídicos no Brasil. 

O manifesto da Unicamp foi lido pela professora Andréa Galvão, enquanto a carta da USP foi apresentada por Silvia Santiago, diretora-executiva de Direitos Humanos da Unicamp, e por Rodolfo Ilari, professor emérito da universidade. Na sequência, o público acompanhou a transmissão da leitura realizada na Faculdade de Direito da USP. 

A outra manifestação em favor da democracia foi realizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), sindicatos, partidos políticos, estudantes e entidades sociais no Largo do Rosário, reunindo cerca de 100 pessoas. Durante o ato, várias pessoas se pronunciaram a favor das eleições em outubro e do respeito aos resultados do pleito. Após os pronunciamentos, os manifestantes realizaram uma passeata pela Avenida Francisco Glicério até o Largo do Pará. Eles ocuparam duas fixas da via, o que deixou o trânsito lento. Não foi registrado qualquer incidente.

“Temos que apoiar toda e qualquer manifestação pela democracia. É essencial, principalmente neste momento em que é preciso reafirmar os princípios democráticos”.

José Henrique Rodrigues Torres, representante da Associação dos Juízes pela Democracia

“Esse é um momento histórico, um dia de orgulho de ser da Unicamp. Estamos vivendo um desmonte que vai além da democracia. Temos que ter responsabilidade e respeito pelas mulheres, LGBTs e negros. As pessoas devem ser valorizadas. Com responsabilidade, respeito e uma pitadinha de carinho, vamos derrotar os que se dizem democratas e não colaboram com a sociedade”.

Elisiene Lobo, representante do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU)

“A democracia está sendo atacada de forma acintosa, de uma forma que não foi nas últimas quatro décadas e por pessoas públicas, pela Presidência, que deveria defender a democracia. É uma defesa que deve ser estendida a todas as pessoas, independente da raça, gênero, orientação sexual e classe social. Todas as pessoas devem ser tratadas da mesma maneira”.

Paulo Cesar Centoducatte, presidente da Associação dos Docentes da Unicamp

“Este é um momento de luta em defesa da democracia. Nós precisamos nos alimentar desse momento, não é apenas uma carta. Precisamos assumir que, para que isso seja possível, muitas pessoas lutaram. Fora Bolsonaro! Viva a democracia!”

Renan Oliveira, representante da Associação Central de Pós-Graduação da Unicamp (APG)

“Este é um marco histórico, é o compromisso com a democracia. Isso nos faz dar as mãos em um momento em que temos que encarar o mal que nos espreita. É o mal que deprecia a democracia e seus princípios. Fora Bolsonaro”.

Carlos Vogt, reitor de 1990 a 1994

“A Unicamp sempre se posicionou na luta pela democracia e é essa história que temos que defender”.

José Martins Filho, reitor de 1994 a 1998

“É hora de tomar uma posição clara e decisiva em defesa do estado democrático de direito, liberdade, educação e ciência”

Fernando Ferreira Costa, reitor de 2009 a 2013

“Esse ato, sem dúvida nenhuma, se estabelece na história dessa universidade, que sempre se posicionou em favor da democracia, da liberdade. É uma instituição preocupada com o melhor para a sociedade brasileira. Sem democracia não há cidadania. A cidadania somente se cumpre com a educação”.

José Tadeu Jorge, reitor de 2005 a 2009 e de 2013 a 2017

“Esse é um momento importante, decisivo para o nosso país. Nós nos encontramos em um momento de insegurança, incerteza e pessimismo com o futuro. Parece incrível que nós tenhamos que nos reunir aqui pela democracia, que parecia algo tão solidificado”.

Marcelo Knobel, reitor de 2017 a 2021

“As universidades públicas paulistas estão juntas em defesa da democracia no país. Não podemos esquecer o que o passado nos ensinou, o que está nas escritas, nos livros. Infelizmente, o nosso regime militar inspirou a ditadura em vários países latino-americanos”.

Maria Luiza Moretti, coordenadora-geral a Unicamp

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Campinas recebe recital gratuito com o violista Gabriel Marin

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Neste sábado (13), o violista Gabriel Marin será o convidado da série Encontros do Conservatório Carlos Gomes, em Campinas. Apresentação com o músico começa a partir das 15h e será gratuita e aberta ao público em geral. 

Marin vai fazer um recital, além de dar uma aula aberta e conversar sobre a sua profissão e a versatilidade da viola na música. Natural de Piracicaba, ele foi aluno do conservatório, estudou na Dinamarca e participou do Verbier Festival & Academy, na Suíça. Hoje, ele é violista do Quarteto Carlos Gomes e da Orquestra Sinfônica da USP (Osusp). Também é fundador e idealizador do Encontro Campestre de Violas e professor de viola e coordenador de Música de Câmara no Instituto Baccarelli.

PROGRAME-SE

“Encontros do Conservatório Carlos Gomes”

Quando: sábado, (13/08) às 15h

Onde: Conservatório Carlos Gomes – R. José Freitas Amorim, 155, Jd. Santa Cândida

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