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Hilux que atropelou motoboy em Campinas é registrada no nome do filho do motorista que está foragido, diz delegado

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Hilux que atropelou motoboy em Campinas está em nome do filho de motorista foragido após confusão, diz polícia

Hilux que atropelou motoboy em Campinas está em nome do filho de motorista foragido após confusão, diz polícia

A caminhonete modelo Toyota Hilux que atropelou um motoboy que não estava envolvido na confusão que provocou o acidente, no último domingo (21), em Campinas (SP), está em nome do filho do dono da Mitsubishi Pajero, que também se envolveu na briga e é considerado foragido após ter a prisão decretada pela Justiça na segunda-feira (22). A informação é da Polícia Civil. Relembre o caso abaixo.

De acordo com o delegado à frente das investigações, que são feitas pelo 4º Distrito Policial (DP) de Campinas, o dono da Hilux é procurado para prestar depoimento, já que a Polícia Civil apura se ele estava na condução do veículo no momento do atropelamento. Ele ainda não foi localizado.

a prisão temporária do condutor da Pajero foi solicitada pela Polícia Civil no domingo, após a confusão, e aceita pela Justiça na segunda. Por não ter sido localizado até o momento, ele é oficialmente considerado foragido, informou o delegado Antonio Toshio Nishida.

Em entrevista concedida na segunda-feira (22) à EPTV, afiliada da TV Globo, o homem negou que tenha chamado o motorista da Hilux para ajudá-lo na briga. Ele também disse que não tinha a intenção de matar o motoboy que atropelou. Relembre aqui.

As investigações

Dois motoboys foram ouvidos, sendo um no domingo e outro nesta terça-feira (23). Também foram ouvidas testemunhas da confusão nesta quarta.

Uma das pessoas que a Polícia Civil tentou ouvir nesta quarta é o motoboy Rafael Sampaio Ferraz, de 36 anos, atropelado mesmo sem estar envolvido na briga. Uma equipe seria enviada para obter o depoimento da vítima no Hospital de Clínicas (HC), onde ela está internada, mas isso não foi possível devido à sedação. A expectativa é que o entregador seja ouvido nesta quinta-feira (25).

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que são apurados, no 4º DP, os crimes de homicídio doloso tentado, periclitação de vida e danos.

Relembre o caso

Vídeo: motorista atropela motoboy após briga de trânsito

Vídeo: motorista atropela motoboy após briga de trânsito

A confusão começou na Avenida Almeida Garret, no bairro Parque Taquaral, no último domingo. Imagens que viralizaram nas redes sociais mostram o momento que o motorista da Pajero e um motoboy, que não é o Rafael, discutem em um semáforo. O motociclista agride o homem com o capacete.

A partir daí, o motorista avança com o carro para cima e atropela o motoboy que o agrediu. Ele continua perseguindo o motociclista e tenta atropelá-lo novamente várias vezes. Em uma das tentativas, o homem bate o carro em um poste e volta de ré para atingir o rapaz. O motorista desce do carro e os dois entram em luta corporal. Assista acima.

Outro motoboy que passava pelo local no momento da briga afirmou à EPTV que foi atrás do homem para tirar satisfação e também foi perseguido. “Ele veio me perseguindo, eu pulei canteiro, eu me escondi atrás de árvore. Ele tentou me matar umas cinco ou seis vezes”, disse Wagner Sperancini.

De acordo com Sperancini, outros motociclistas se juntaram a ele para ajudar e a perseguição continuou pelas ruas do bairro. Neste momento, apareceu outro automóvel, a Hilux, e atingiu o motoboy Rafael, que estava parado aguardando para fazer uma entrega.

Rafael está internado no HC da Unicamp — Foto: Arquivo pessoal/Priscila Ferraz

No atropelamento, Rafael sofreu fratura exposta no fêmur, quebrou o braço e a clavícula e perdeu os dentes da frente. O motoboy passou por uma cirurgia de emergência após o acidente e deve ser submetido a mais quatro na próxima terça-feira (30), de acordo com a esposa.

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Acidente em trecho inacabado do Corredor BRT deixa feridos em Campinas

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Acidente entre dois veículos deixou ao menos três feridos na Av. Camucim, em Campinas (SP), na noite deste sábado (4) — Foto: Luiz Henrique Lisboa

Um acidente entre dois veículos na Av. Camucim, na região do Vida Nova, em Campinas (SP), deixou pelo menos três pessoas feridas na noite deste sábado (4), de acordo com a Polícia Militar. A batida ocorreu próximo da Igreja Congregação Cristã, em trecho inacabado do Corredor BRT.

Um morador que passou pelo local reclamou das condições da via, e diz que obra foi abandonada pela prefeitura. O g1 solicitou posicionamento e o texto será atualizado assim que a administração se manifestar.

De acordo com a Polícia Militar, o acidente ocorreu por volta das 19h20. A informação inicial é de quem um veículo teria atingido outro parado, vindo a capotar no local. Uma das vítimas teria sido socorrida em estado grave por populares ao hospital Ouro Verde.

Segundo o consultor de vendas Luiz Henrique Lisboa, 22 anos, morador da região que acompanhou o atendimento às vítimas, disse que crianças ficaram feridas na batida – a idade das vítimas não foi divulgada pela PM.

Lisboa aproveitou para reclamar do abandono da via, e que o local está perigoso para quem circula de carro ou a pé.

“O Corredor BRT aqui está parado. Na João Jorge, região central, está pronto, funcionando. Só porque aqui o bairro é o Vida Nova, não deu continuidade. Nós queremos que a prefeitura resolva isso, quantos acidentes mais eles esperam até resolver isso”, questionou.

Multa aplicada

Em novembro a administração determinou uma multa no valor de R$ 10 milhões ao Consórcio BRT, responsável pela construção dos corredores de ônibus rápidos na cidade. A administração municipal informou que o motivo é o atraso nas obras no Corredor Ouro Verde.

Ainda segundo o consultor de vendas, após a aplicação da multa, a empresa que operava na região levou os equipamentos embora e o local encontra-se abandonado.

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Covid-19: Campinas abre agendamento para aplicar dose de reforço em vacinados com Janssen

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Vacinas da Janssen — Foto: Adrià Crehuet Cano/Unsplash

Campinas (SP) abriu, nesta sexta-feira (3), o agendamento para aplicação da dose de reforço em vacinados com o imunizante da Janssen contra a Covid-19. De acordo com a Secretaria de Saúde, pelo menos 31,7 mil moradores receberam a vacina da fabricante Johnson&Johnson na metrópole.

A prefeitura totaliza 65.783 vagas disponíveis no sistema, também aberto para quem já recebeu a segunda dose de vacina da Coronavac, Pfizer ou Astrazeneca há pelo menos quatro meses.

A escolha do dia, horário e local de imunização ocorre por meio do site. Conforme explica a Saúde, ao acessar o endereço eletrônico, o morador deve entrar na página destinada às vagas para dose adicional. A partir disso, o sistema vai identificar que a pessoa foi imunizada com a Janssen e direcionar para a marcação.

A dose de reforço será aplicada nas pessoas que receberam a primeira, há pelo menos, dois meses, e em quem tem alto grau de imunossupressão e foi vacinado há 28 dias.

A Secretaria de Saúde vai usar o imunizante da Pfizer, preferencialmente, ou de outra vacina disponível nos postos. Atualmente, Campinas não possui estoque de Janssen.

Como a vacina desta fabricante é de dose única, o reforço significará a segunda dose aplicada nos moradores.

A capital do estado iniciou na terça-feira (30) a aplicação da Pfizer como dose de reforço para quem recebeu Janssen. A Prefeitura de SP afirma que tomou a decisão de vacinar com a Pfizer porque o Ministério da Saúde não entregou doses da Janssen e pela ameaça da nova variante do coronavírus.

Orientação do Ministério da Saúde

O documento não trata do chamado “esquema vacinal”, que é a regra de uso do produto conforme aprovado pela Anvisa.

No caso da Janssen, uma pessoa está “completamente vacinada” com a dose única. Entretanto, a nota técnica cita estudos que apontam queda na proteção e indicam necessidade de nova aplicação.

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Após redução do auxílio emergencial, pessoas trabalham em semáforos de Campinas; veja relatos

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Desempregados vendem mercadorias nos semáforos de Campinas para garantir sustento

Desempregados vendem mercadorias nos semáforos de Campinas para garantir sustento

Greice Kelly Andrade, de 30 anos, se aproxima dos carros parados no semáforo do cruzamento com a Avenida Júlio Prestes, em Campinas (SP), com um sorriso no rosto, apesar do que tem a dizer. Ela pede ajuda aos motoristas após ter a mercadoria que vende confiscada pela Setec junto a Guarda Municipal: “Você pode abençoar a minha família?”, pergunta.

Mãe de cinco filhos, ela ganhava R$ 1,2 mil como auxiliar operacional nos Correios, em Indaiatuba (SP), mas foi demitida no meio do ano. Sem trabalho, ela passou a vender balas nos semáforos.

Greice não é a única: apesar da Prefeitura de Campinas (SP) não ter um mapeamento oficial sobre o número de pedintes e vendedores ambulantes nos faróis, a administração reconhece que a vulnerabilidade de muitas famílias aumentou, principalmente após a redução da parcela do auxílio emergencial.

Desempregado, Nilson Costa Soares, de 44 anos, comprou uma caixa de balas no dia seguinte após ser demitido da empresa onde trabalhava em agosto do ano passado. Ele trabalha nos semáforos do Centro de Campinas (SP) pensando na mulher, Eliane, e na educação dos filhos, Mateus e Marcos, de 11 e 16 anos:

“Tem gente que não acha que é um trabalho digno. Acham que é de vagabundo. Ás vezes, magoa”, diz.

Ele chega no Centro antes das 8h da manhã com a meta de fazer R$100 por dia. “Peço todo dia para Deus melhorar a situação”, diz. Tanto ele quanto Greice colocam também o número do pix para quem quer ajudar, mas não tem dinheiro na hora da abordagem.

Nilson Costa Soares vende balas nos semáforos do Centro de Campinas (SP) após perder o emprego. — Foto: Reprodução/EPTV

O que diz a prefeitura

A Setec, responsável pela administração e fiscalização com comércio em solo público, diz que a venda de produtos nos semáforos é proibida. Segundo ela, nenhuma autorização é concedida para atuar na região central ou em nenhum semáforo da cidade.

Quando abordados pela primeira vez, os vendedores são orientados a cessar a atividade. Caso haja uma segunda abordagem, a Setec notifica oficialmente a parar o trabalho. Caso haja uma terceira vez, as mercadorias são apreendidas e podem ser retiradas no prazo de 30 dias mediante ao pagamento de uma multa de valor equivalente a 20% do material confiscado.

Para ter autorização, o valor pago por um vendedor ambulante sem ponto fixo, mas com carrinho de mão, é de R$ 94,20 por mês — apenas R$ 6 a mais da meta diária de Nilson.

A administração orienta que moradores à procura de um trabalho formal podem ir aos Centros de Apoio ao Trabalhador e também fazer o cadastro único para ter acesso ao cartão nutrir e receber R$ 98,50 por mês para ir ao mercado. O programa “Recâmbio” oferece ajuda para quem quiser voltar para a terra natal.

Altos e baixos

Greice e Nilson saem de casa em busca de conseguirem um pouco mais do que já tem, mas nem todos os dias trazem resultados. A mulher já chegou a receber uma cesta básica da fonoaudióloga Kátia Blânis.

Os dias são cheios de altos e baixos:

“Às vezes eu acabo me humilhando de uma forma que nem todo mundo vê com bons olhos”, desabafa.

Apesar disso, o sorriso segue estampado no rosto. Ela sempre espera o melhor das pessoas, mesmo quando os motoristas se negam a ouvir o que querem dizer:

“É um diferencial porque as pessoas não precisam saber o que está acontecendo comigo. Se quiserem ajudar, vão ajudar de coração. É um diferencial para eu trabalhar sempre feliz, independente dos problemas”.

Greice Kelly Andrade, mãe de cinco filhos, vende balas no semáforo para garantir o sustento da família em Campinas (SP). — Foto: Reprodução/EPTV

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